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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

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Nikkatsu, uma sobrevivente. PDF Imprimir E-mail
Cinema - Cinema: Artigos e Críticas
Escrito por Carlos Augusto Brandão   

A renomada produtora Nikkatsu Films, conhecida pelo lançamento de clássicos do cinema japonês como The Burmese Harp, de Kon Ichikawa (56), Crazed Fruit (56), de Ko Nakahira e Pigs and Battleships (61), de Shohei Imamura, está completando 100 anos.

Desde 1912, a produtora tem uma rica e diversificada história de produção e distribuição, responsável pelo lançamento de filmes de ícones do cinema japonês e mundial, entre eles, Kenji Mizoguchi, Kon Ishikawa, Shohei Imamura, Seijun Suzuki e Shozo Makino.
Durante a 2ª Guerra Mundial, forçada pelo governo, ela passou a fazer parte de um grande conglomerado de empresas ligadas ao cinema, que acabou falindo em 1972, não sem antes adquirir considerável prestígio internacional com filmes como Rashomon (Leão de Ouro de Veneza em 1951) de Akira Kurosawa e Contos da Lua Vaga (1953), de Mizoguchi.
Em 1954, já tendo readquirido sua independência de produção, a Nikkatsu aproveitou o “boom” da indústria fílmica japonesa, buscando um nicho próprio em obras dirigidas à juventude: foi o período da chamada “geração do sol”, assim denominada pelo grande sucesso obtido com a adaptação da obra de Shintaro Ishihara Season of the Sun.
No início dos anos 60, com o declínio da onda jovem, a versátil produtora rapidamente mudou a orientação de seus títulos para o mercado dos filmes de ação, trazendo heróis cínicos e marginalizados por uma sociedade corrupta.
Durante a década de 70, sempre atenta às mudanças do gosto das grandes platéias, a empresa mais uma vez muda o rumo de suas produções, criando o chamado “Pornô Romântico”, uma espécie de filmes levemente pornográficos ( lembrando as nossas “pornochanchadas”, também populares por aqui nos mesmos anos 70).
Essa tática acabou por mostrar que a aparente instabilidade estética das produções da Nikkatsu foi, na verdade, a responsável por manter durante algum tempo a produtora japonesa economicamente viável, enquanto outros estúdios fechavam ou debandavam para a televisão.
As dificuldades econômicas japonesas aprofundadas na década de 90, no entanto, acabaram forçando a Nikkatsu a declarar falência e a reorganizar-se: os novos proprietários, mais uma vez, levaram a produtora a mudar seus rumos para gêneros como os de horror, artes marciais e alguns dramas de família, mantendo, no entanto, vivos a Nikkatsu e seu lema “We make fun films”, tão ativos quanto nos seus períodos de grande sucesso.
Como? Relançando seus clássicos com seus diretores geniais, visando às novas gerações de cinéfilos e – por que não? – produzindo “remakes” de filmes do seu riquíssimo catálogo. É o que a Film Society of Lincoln Center e sua 49ª edição do New York Film Festival irão apresentar nas homenagens que prestarão ao Centenário da já lendária e inovadora produtora.

FONTE: www.mnemocine.com.br
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