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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Língua Estrangeira na Escola: para Quê?

Hoje em dia, o contato com outros idiomas – em especial, o inglês – é praticamente inevitável. Seja por meio de filmes e músicas, seja por palavras que nomeiam coisas do nosso cotidiano, como salependrivebrunch e tantos outros termos de origem estrangeira. Identificar o significado desses substantivos, conhecer a cultura de origem e relacioná-la à nossa são habilidades desejadas atualmente e que a escola deve ensinar. Porém, muitas vezes, essa função se perde diante de mitos como: “Só se aprende outra língua em escolas de idiomas”; “Os alunos precisam sair fluentes”; ou até “Não se faz nada em tempo tão curto”. Tais ideias podem gerar confusão sobre o real objetivo do ensino de Língua Estrangeira na Educação Básica.
Mas que objetivo é esse? Você já pensou a respeito? A resposta passa pelo entendimento do professor sobre por que se deve aprender um segundo idioma. No artigo Língua Estrangeira na Escola: para Quê?, Laura Nassar, coordenadora pedagógica do Colégio Oswald de Andrade, em São Paulo, dá algumas pistas. Com base no texto dela e nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira, formulamos o teste a seguir. O foco não é definir o melhor ou o pior profissional, mas promover a reflexão sobre por que ensinar inglês, espanhol e outros idiomas.

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Como professores e pais podem lidar com as dificuldades de aprendizagem

 | Ensino Fundamental - Eduarda Mayrink

Foto: Shutterstock
No decorrer do ano letivo, nos deparamos com alunos que, por diferentes razões, se encontram paralisados diante do processo de aprendizagem. Nesse momento, é importante que todos os envolvidos no círculo educativo estejam atentos às dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.
Elas devem ser descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à outros fatores que também influenciam e desmotivam o aprendizado, como, por exemplo, preguiça, cansaço, sono, tristeza ou agitação.
Confundido por pais e professores como uma simples desatenção em sala de aula, o termo “dificuldade de aprendizagem”, usado desde a década de 60, pode se referir a um distúrbio – gerado por problemas cognitivos ou emocionais – que afeta o desempenho escolar. As crianças, nesses casos, muitas vezes, apresentam desmotivação e incômodo com as tarefas escolares causados por um sentimento de incapacidade, que as levam à frustração.
Em grande parte dos casos, os docentes são os primeiros a identificar que o aluno possui algum tipo de dificuldade na esfera escolar. Apesar disso, não possuem formação específica para fazer um diagnóstico mais preciso. A família também deve ficar atenta ao desenvolvimento e comportamento da criança e, quando necessário, buscar apoio de médicos, psicólogos e psicopedagogos.
O papel do professor se restringe a observar o aluno e auxiliá-lo no processo de aprendizagem, dando oportunidade de descobrir suas potencialidades. Ao identificar o que afeta o desempenho do educando e entender suas necessidades, a escola pode organizar um atendimento individual, com aulas de apoio pedagógico, no contraturno, por exemplo.
Já os responsáveis precisam lembrar que todos temos processos e ritmos diferentes de desenvolvimento e que é necessário respeitar o tempo de cada um. Criança com dificuldade de aprendizagem não é incapaz. É importante envolver a família na parceria para valorizar a autoestima do aluno e orientar na organização do ambiente e da rotina de estudos. Caso o problema tenha origem emocional, é indicado buscar ajuda de um psicólogo. Se for uma dificuldade cognitiva, o aluno pode ser encaminhado para um psicopedagogo. É imprescindível, portanto, que os responsáveis conheçam seus filhos e conversem frequentemente com eles para que possam detectar quando algo não vai bem. A escola deve ajudar nesta orientação dos pais.
Os professores devem observar se a criança:
- Não consegue manter o foco;
- Não consegue finalizar a maioria das atividades em sala de aula e demora muito mais do que os outros para terminá-las;
- Precisa de atenção especial para desenvolver as lições;
- Está mais ansiosa do que o normal; fica frustrada ou muito ativa em momentos em que tem maior autonomia como recreio, brincadeiras e Educação Física;
- Não consegue fazer sozinha as avaliações e não e tem dificuldades de interpretar as atividades propostas;
- Mostra desinteresse em participar e freqüentar a escola.
Os responsáveis devem ficar atentos se a criança:
- Nunca fala sobre o que aprendeu na escola;
- Na hora da lição de casa, se esquiva, fala que não tem lição e evita fazê-la;
- Não se interessa por assuntos escolares ou por outras atividades que envolvam leitura e escrita;
- Está mais ansiosa do que o normal;
- Chora ou faz manha quando chega o horário de ir para a escola.
Toda esta reflexão está voltada para os problemas cognitivos e emocionais, porém, vale a pena destacar que além das dificuldades geradas por essas questões, temos também aquelas que podem estar relacionadas às práticas pedagógicas do professor, uma vez que nem todo aluno aprende da mesma maneira. Neste caso o caminho é a melhoria na qualidade das estratégias metodológicas em sala de aula.  Abordaremos esse tema com maior profundidade na próxima semana.
Sabemos que os problemas de aprendizagem constituem uma situação real dentro das instituições escolares. Conhecer melhor as relações entre esses problemas de aprendizagem e estabelecer parceria com as famílias considero ser o melhor caminho. E vocês, coordenadores, o que pensam sobre este assunto?
Abraços,
Eduarda.

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

DIA DAS CRIANÇAS

OFICINA DE CONSTRUÇÃO ENTRE PAIS E FILHOS

Além de ser um ótimo momento de integração da família, torna-se um momento de prazer e de muita criatividade. 
Trouxemos algumas dicas e idéias que poderão ser aproveitadas.
- vai-e-vem: para esse brinquedo você vai precisar do bico de duas garrafas pet de 2 litros. Depois, usando somente a parte do bico, encaixe uma na outra. Decore como quiser. Pegue duas cordas de nylon, aquelas usadas para varal, e passe-as dentro das garrafas, de um bico para o outro. Nas pontas amarre tocos de madeira, que podem ser cortados de cabos de vassoura.

-cineminha: usando uma caixa de papelão, enfeite-a como se fosse uma televisão e faça uma janela onde irá rodar o filme. Coloque uma vareta encaixada na parte de cima (de um lado a outro) e outra vareta na parte de baixo. Prepare o filme emendando folhas de papel sulfite, monte o filme com desenhos e figuras recortadas de revistas. Quando a história estiver pronta é só colocá-la enrolada na vareta de baixo e ir enrolando-a para cima, de forma que as pessoas que assistem possam visualizá-la. Uma pessoa passa o filme e outra faz a narração do mesmo.
- ioiô ou bate volta: corte o fundo de duas garrafas pet de 600 ml, deixando-os com 3cm de altura. Pegue um papel colorido e embrulhe um tanto de areia, fazendo um pacotinho que caiba dentro das duas partes juntas. Emende-as colando com fita adesiva e enfeite como quiser. Amarre o anel do refrigerante na ponta de um pedaço de lastex (elástico bem fininho) e a outra ponta amarre na bola, passando mais fita crepe por cima. Coloque o anel no dedo de faça movimentos descendo e subindo a bola que deve voltar e bater na mão para pegar mais embalo.
- gira-gira: em um pedaço de papelão risque um círculo com 10 cm de diâmetro. Enfeite-o pintando com tinta guache. Marque o centro do círculo e faça um furo na marca de 4 cm e outro na marca de 6 cm, ou seja, que fiquem ao lado do ponto central do círculo. Passe um barbante de 40 cm em cada um dos furos e amarre um anel de refrigerante em cada ponta, juntando os fios. Para girar o disco, segure um anel em cada mão, posicione o disco no meio do barbante e gire as mãos para frente, para enrolar o barbante. Depois vá puxando levemente os anéis para girar o disco.
- boliche: você vai precisar de 12 garrafas pet de 600ml. Pegue dez garrafas e enfeite-as como quiser. Usando as outras duas garrafas, monte uma bola, cortando os fundos das garrafas e emendando-os com fita crepe. Organize as garrafas no chão em forma de triângulo e marque a distância para arremessar a bola, fazendo uma linha no chão, usando fita crepe. É só arremessar e tentar derrubar as garrafas.
- pegue a bola: para esse brinquedo você vai precisar de duas garrafas pet de 2 litros. Corte a parte do bico, deixando mais um pedaço de uns 5cm, para que a bola pare lá dentro. Decore as partes como quiser. A bola pode ser feita com uma meia calça feminina (já usada e furada). Dispostos frente a frente, a uma distância de uns três metros, um jogador arremessa a bola e o outro deve pegá-la com a caçapa.

- móbile animado: usando E.V.A. de várias cores, recorte formas geométricas, flores, corações, etc, de aproximadamente 5cm de tamanho. Faça um furo na parte de cima e outro na parte de baixo de cada figura. Usando cinco fios de nylon, do tamanho que você quer o móbile, coloque-o em uma agulha e vá passando o mesmo, em movimento de costura, nos furos das figuras, deixando-os todos enfeitados. Depois é só colar no teto do seu quarto e curtir a beleza do mesmo.
- bilboquê: pegue um rolinho de papel higiênico e decore-o como quiser. Faça uma bolinha de jornal, amarre-a com um barbante de uns 60 cm de comprimento, cubra com fita crepe, pinte e deixe secar. Depois de seca, amarre a outra extremidade do barbante na borda do rolinho. Depois é só segurar o rolinho e jogar a bolinha para cima, tentando encaixá-la no buraco do mesmo. 

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
BARROS, Jussara De. "Oficina de construção entre pais e filhos "; Brasil Escola. Disponível em <http://www.brasilescola.com/dia-das-criancas/oficina-construcao-entre-pais-filhos.htm>. Acesso em 06 de outubro de 2015.

COMEMORAR O DIA DAS CRIANÇAS SEM TECNOLOGIA

1. Dia das Crianças sem computador e a televisão! No Dia das Crianças, proponha atividades divertidas que saia da rotina maçante. Momento para dialogar, interagir e voltar-se para as crianças!
2. Piquenique. Saia pela cidade, escolha uma praça ou um parque e faça um piquenique com as crianças! Você vai ver como vai ser legal!
3. Passeios por sua cidade! Vale tudo! Passe o dia em passeios no jardim zoológico, museu de ciência, caminhadas no parque, aquários, pontos turísticos da cidade ou qualquer outro local que a criança possa se divertir!
4. Hoje pode comer o que a criança quer! Nesse dia, a criança pode escolher o cardápio! O que ela gosta de comer? O que ela está com vontade de comer? Só não vale substituir almoço por fast food! Ela quer comer macarrão? Tudo bem! Mas quer hambúrguer no lugar de almoço? Nem tanto! Escolhas com restrição. Você pode também levá-la para ir comer em algum lugar que ela goste e se divirta! Dê opções legais para a criança.
5. Sessão cinema. Todo Dia das Crianças, os cinemas estão lotados de filmes infantis! Na sua cidade não tem cinema? Tudo bem! Vale a sessão cinema em casa com os amiguinhos e pipoca!
6. Dia das Crianças Colorido! Desenvolva atividades de colorir com diversos amiguinhos! Quer saber como faz? Acesse aqui: “Dia das Crianças Colorido“.
7. Teatro de Fantoches. Arranje uns fantoches, faça alguns e brinque de teatrinho com as crianças! Você vai se divertir à beça! Para improvisar, vale até usar as bonecas (os bonecos também!).
8. Ler histórias! Junte as crianças e arranje muitos livros. Cada uma escolhe e conta uma história! Todos ganham prenda de participação.
9. Cozinhar junto com as crianças. Que tal pegar aquelas receitinhas fáceis que as crianças podem fazer e deixá-las fazer sob sua supervisão! Nada de ficar falando que o seu jeito de fazer é o certo! Deixe-as fazerem livremente com certa autonomia. Se quiser, pode apenas convidá-las para ajudar na cozinha de forma divertida! Use livros infantis de culinária para lhe ajudar a escolher receitas fáceis que as crianças possam participar! Não pense que homens não podem participar! Brincadeira garantida para todos! Não descuide das crianças na cozinha!
10. Teatro. Leve-as ao teatro. Se na sua cidade não tem, uma boa opção é fazer um teatrinho de fantoches entre as crianças com algum tema educativo. (Ver item 7).
Gostou dessas idéias? Quer ver mais opções para celebrar com a criançada?  Leia aqui: “Como comemorar o dia das crianças – Parte II“.
DA SÉRIE “ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS”. ACESSE:

Base Nacional Comum Curricular

EDUCAÇÃO BÁSICA
Portal na internet promoverá debate nacional sobre a Base Nacional Comum Curricular.
Quinta-feira, 30 de julho de 2015 - 18:56
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação lançou nesta quinta-feira, 30, o portal Base Nacional Comum Curricular, que propõe uma discussão nacional sobre os componentes curriculares da educação básica. Esta é a primeira vez que um debate desta dimensão estará acessível a todos os brasileiros.
“É um projeto de país, estamos pensando que país nós queremos, que conhecimentos queremos”, destacou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, durante o lançamento do portal, no auditório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele observou que a Base Nacional Comum se tornará o pivô de várias ações e pré-requisito para medidas que são essenciais para a educação básica brasileira.
“Sem a Base Comum é difícil rever a formação de professores, quer inicial quer continuada”, disse. “Como poderemos formar os professores sem saber o que eles devem ensinar? Da mesma forma, sem a base comum é muito difícil, para não dizer impossível, pensar no material que devemos gerar.”
Para Janine Ribeiro, a diversidade do Brasil deve ser contemplada na base comum. “Faz parte da base comum a percepção de que nós temos diferenças regionais que devem ser consideradas. Mas cada região deve estudar não somente o que se passa lá, mas saber de todas as regiões”, afirmou.
O ministro ressaltou a autonomia das redes municipais e estaduais de educação para adequar seus currículos à base nacional comum. “Espera-se que cada rede de educação defina o que considera importante, para além da base comum”, concluiu.
Assessoria de Comunicação Social
Acesse o portal da Base Nacional Comum
Palavras-chave: educação básica, Base Nacional Comum

Prova Nacional Docente - ENAMEB


Em post anterior apresentávamos a situação da Prova Nacional Docente e a possibilidade dela vir a ser uma certificação nacional de professores. Aqui, atualizamos aquela matéria introduzindo a situação do PL6114 em tramitação. Aqui, a Prova Nacional vira ENAMEB. A posição da Comissão de Educação não fala abertamente em certificação em sua versão atual, mas isso não significa o seu impedimento. A razão disso pode ser vista no seu artigo 3o. §3o. que diz:
Poderão participar do Enameb docentes no exercício efetivo do magistério em escolas públicas e privadas, assim como os habilitados para a docência nos termos da legislação educacional vigente e candidatos ao ingresso na carreira do magistério.
Esta redação inclui “habilitados para a docência nos termos da legislação educacional vigente e candidatos ao ingresso na carreira do magistério” e dá margem para que a prova se converta em certificação de professores. Basta que estados e município decidam contratar apenas professores através do ENAMEB e ele vira processo de certificação (tipo OAB). Além disso, a lei não restringe quem pode ser candidato ao ingresso na carreira docente o que deixa o ENAMEB em posição vulnerável a alterações futuras da “legislação vigente”. Os processos de certificação tendem a desestruturar as profissões e abreviar a formação por meios alternativos.
Os estados e municípios também têm formas de induzir a contratação via ENAMEB como certificação, pagando diferenciadamente professores que fizeram o ENAMEB. A Escolas Charters, por exemplo, que estão sendo inauguradas no Pará e em Goiás, poderão exigir que todos os seus professores sejam contratados via ENAMEB e com isso apresentar-se com um “diferencial de mercado”. Os professores não certificados, ou seja, que não fizeram o ENAMEF, seriam característica negativa da escola pública.
A comissão de Educação da Câmara já aprovou o ENAMEB – Exame Nacional do Magistério da Educação Básica. Todos os professores em exercício, da educação infantil até o ensino médio, terão exames a cada dois anos de forma alternada em três grupos. A proposta agora segue para outras comissões da casa. Vamos ver como chegará ao final da tramitação.
Ao encaminhar o projeto à Câmara, a relatoria não escondeu a intenção de que evoluísse para uma certificação:
“O Substitutivo por ele oferecido avança em relação às proposições originais, delas reunindo importantes disposições e acrescentando contribuições relevantes, como a participação de candidatos à carreira do magistério e a possibilidade de utilização dos resultados para processos seletivos para o magistério dos sistemas de ensino. A essas contribuições podem ser agregadas algumas outras. Parece adequado inserir a hipótese de que os sistemas de ensino dos entes federados utilizem os resultados como instrumento de certificação, além das finalidades já previstas. A certificação, bem aplicada, constitui elemento importante de valorização e de distinção profissional. No entanto, para que os sistemas de ensino possam empregar os resultados de modo eficiente, especialmente no que se refere ao planejamento de ações de formação continuada, precisam recebê-los de modo organizado, com informações relativas a desempenho, êxitos e lacunas nos conteúdos, competências e habilidades aferidos nos exames.
A periodicidade de aplicação dos exames pode também ser reduzida para ciclos de três anos [a Câmara reduziu para dois]. Também faz sentido admitir que o docente preste o exame quantas vezes julgar oportuno ao longo de sua carreira, melhorando resultados, com consequências positivas em sua valorização profissional.”
A finalidade principal deste projeto é revelada ao permitir que seus resultados sejam enviados às Secretarias de Educação para que integrem programas de avaliação de desempenho para fins de progressão na carreira profissional nos estados e municípios. Com isso, toda a conversa sobre ser uma avaliação voluntária se desfaz. Além disso, abre-se a porta para pagamento de bônus ou outra amarração entre desempenho medido nas provas e salário.
A formação profissional será colocada na mesma linha daquela dos advogados que fazem o exame da OAB. Vai virar “preparação para o teste”, por um lado, e por outro, ajudar a cumprir o sonho dos reformadores empresariais (através do Art. 5o.), ou seja, identificar e obrigar as universidades e faculdades a desenvolverem uma formação restrita do profissional da educação, focada nas metodologias, ou como costumam dizer, “sem ideologia”.
Tendo negligenciado por décadas a formação continuada dos professores, a saída vislumbrada é transformar a formação em um assunto pessoal, de responsabilidade dos professores. A prova vai colocar sobre o professor a responsabilidade por sua própria formação continuada, para passar no exame. Inúmeros “cursinhos preparatórios” e “kits” de preparação para o exame aparecerão para serem, de fato, os formadores dos nossos professores, na ótica de seus elaboradores.
A proposta da relatoria de dezembro de 2014 foi aprovada pela Câmara de Educação. A seguir reproduzo a proposta aprovada por esta Comissão em maio de 2015. Estiveram presente na sessão da Comissão que aprovou a proposta:
Lelo Coimbra e Professora Dorinha Seabra Rezende – Vice-Presidentes, Alice Portugal, Aliel Machado, Ana Perugini, Angelim, Arnon Bezerra, Brunny, Caio Narcio, Celso Jacob, Damião Feliciano, Giuseppe Vecci, Givaldo Vieira, Glauber Braga, Izalci, Josi Nunes, Leônidas Cristino, Max Filho, Moses Rodrigues, Orlando Silva, Pedro Fernandes, Pedro Uczai, Professor Victório Galli, Professora Marcivania, Raquel Muniz, Reginaldo Lopes, Rogério Marinho, Ságuas Moraes, Sergio Vidigal, Victor Mendes, Waldenor Pereira, Zeca Dirceu, Baleia Rossi, Danrlei de Deus Hinterholz, Diego Garcia, Geraldo Resende, Keiko Ota, Leandre, Luiz Carlos Ramos, Margarida Salomão, Toninho Pinheiro e Valtenir Pereira.
 SUBSTITUTIVO ADOTADO PELA CE AO PROJETO DE LEI Nº 6.114, DE 2009
Institui o Exame Nacional de Avaliação do Magistério da Educação Básica – Enameb, altera o art. 67, inciso IV, da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e altera a Lei nº 9.448, de 14 de março de 1997, que transforma o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP em Autarquia Federal, e dá outras providências.
O Congresso Nacional decreta:
[Art. 1º.] É instituído o Exame Nacional do Magistério da Educação Básica – Enameb, com o objetivo de avaliar os conhecimentos e habilidades dos docentes de educação básica.
[Art. 2º.] O Enameb será desenvolvido em cooperação com os sistemas de ensino dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
[Art.3º.] O Enameb aferirá os conhecimentos dos docentes, conteúdos, metodologias, como ensinar, neurociência, bem como suas habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento.
§ 1º Poderão participar do Enameb docentes no exercício efetivo do magistério em escolas públicas e privadas, assim como os habilitados para a docência nos termos da legislação educacional vigente e candidatos ao ingresso na carreira do magistério.
§ 2º A inscrição e a participação no Enameb serão voluntárias, podendo o docente fazê-lo em quantas edições julgar oportuno.
§ 3º Os sistemas de ensino poderão, a seu critério, utilizar os resultados do Enameb como parte dos processos de seleção, via concurso público ou contratação temporária ou emergencial, e de programas de avaliação de conhecimentos e habilidades.
§ 4º As provas do Enameb terão uma parte geral, comum ao conjunto de participantes, de acordo com as respectivas etapas ou modalidades de exercício docente, articulada com a base nacional comum dos currículos da educação básica, e uma parte específica, de modo a atender às peculiaridades dos Estados e regiões do País.
§5º Os resultados do Enameb serão encaminhados aos sistemas de ensino de modo detalhado que demonstre o desempenho e os níveis de domínio de conteúdos, por áreas do conhecimento, dos respectivos docentes, para fins de planejamento e execução de programas de formação continuada.
[Art. 4º.] O Enameb será aplicado bienalmente, considerando os seguintes conjuntos:
I – Docentes da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental;
II – Docentes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio; e
III – Docentes da educação especial, da educação indígena e da educação quilombola.
Parágrafo único. Em todas as edições do Enameb serão acrescidas atividades avaliativas relacionadas à metodologia da docência na educação de jovens e adultos para os docentes em exercício ou candidatos ao exercício da docência nessa modalidade de educação escolar.
Art. 5º A aplicação do Enameb será acompanhada de instrumento destinado a levantar o perfil dos professores e suas condições de trabalho, com o fim de melhor compreender seus resultados.
Parágrafo único. Na divulgação dos resultados da avaliação é vedada a identificação dos documentos examinados, devendo o resultado individual ser fornecido exclusivamente ao docente, por meio de documento específico, e ao órgão responsável do sistema de ensino, para fins do disposto no § 3º do art. 3º desta Lei.
Art. 6º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, passa a vigorar com a seguinte alteração:
“Art. 67. …………………………………………………………………………………
IV – progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, na avaliação de desempenho e na avaliação de conhecimentos;” (NR)
Art. 7º Acrescente-se o seguinte inciso X ao art. 1º da Lei nº 9.448, de 14 de março de 1997:
“Art. 1º  …………………………………………………………………………………….
X – promover avaliação de conhecimentos e habilidades dos docentes da educação básica, de forma a subsidiar, a critério dos entes subnacionais, os processos de seleção e os programas de avaliação de conhecimentos e habilidades desses profissionais.” (NR)
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala da Comissão, em 27 de maio de 2015


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

AS ÁGUAS VÃO ACABAR (CONOSCO)? ( O fim será, o lixo dentro do homem ou o homem dentro do lixo)



Crônica
AS ÁGUAS VÃO ACABAR (CONOSCO)? ( O fim será, o lixo dentro do homem ou o homem dentro do lixo)
Por Claudeci Ferreira de Andrade

                Ouvi das instrutoras do curso sobre meio ambiente: "a água vai acabar". Então pensei, se a água vai acabar, para aonde ela irá? Vai virar o quê? Perguntei para alguém, se quando chove é uma desperdício de água. Ele me disse que não, então insisti em lhe dizer que quando a torneira da cozinha está pingando não é também desperdício de água, a água é para a terra. O que está de fato desperdiçando, nesse caso, é o tratamento da água. Isto é, se a água da torneira for tratada! Mas, com as tecnologias avançadas que temos, afirmo que não faltará água potável e cada vez mais barata, para as utilizações humanas,  certo de que é, de fato, um bem público. 
           Depois pensei novamente, a água é tão importante quanto o ar. E este é tão poluído como a água, porém ninguém se atreve a dizer que o ar vai acabar! Todavia, quando os ricos começarem a medir o consumo de ar por pessoa, logo aparecerão leis para regulamentar e valorizar o consumo de ar, por isso não faltará quem diga que o ar vai acabar como dizem da água. 
            Agora vejo a população comum, incentivada e até pressionada a economizar a água, enquanto os da classe alta banhando de piscina em suas propriedades, e  enfeitando a varanda deles com cascatas iluminadas. 
           Alguém pode me dizer se o fogo vai acabar? E a terra, também vai acabar? Os quatro elementos fundamentais e sustentadores da vida na terra deveriam ser verdadeiramente bens públicos, e o tratamento para adequação de uso deveria ser o mais barato possível, devido as novas tecnologias de crescimento e a necessária manutenção da vida.
          Continuo achando que a conscientização é válida, sobre os depósitos do lixo, mas é inevitável que o crescimento populacional desenfreado produza maior quantidade de contaminação na água, no ar e na terra. Qual seria o local adequado dos lixos humanos? Não haverá lugar algum certo! Ou ainda, todos os lugares são certos! Só sei que qualquer aterro sanitário concorre com o espaço de alguém que precisa ser saudável. Selecionar e Incinerar talvez amenize por algum tempo, contudo a fumaça é um produto nocivo e a cinza também. É mais um remendo novo na roupa velha, dura pouco, e o buraco na camada de ozônio ficará maior!
           Lamento por lhe dizer coisas desagradáveis, todavia os que se deixam iludir por sofistas de discuso fácil pagam mais caro. Afinal, o que vão fazer os ecologistas, biólogos, químicos e engenheiros ambientalistas quando a população da terra for 13 bilhões de habitante, se hoje já está se precisando de cursos alarmantes? Só restará o espaço de dentro do homem para seu próprio lixo, o de fora já não cabe mais! Ou o homem dentro do lixo, ou o lixo dentro do homem. Um tem que dar lugar para o outro. E até quando? Como incinerar o lixo de dentro do homem, sem levá-lo junto?
           O que isso tudo tem a ver com a educação? É que eu não sei qual das águas lavará nosso cérebro ou apenas nossos bolsos! Enquanto isso, penalizam-se uns e outros até a penalização de todos. A natureza se vira para combater o golpe da água!!!

Kllawdessy Ferreira


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

QUANDO A ESCOLA AJUDA NA VIDA SOCIAL DO ALUNO!!

O que é a profecia autorrealizadora e como ela está presente na escola.

 | Corpo docente
Foto: Shutterstock
Na semana passada, li uma reportagem publicada na Folha de São Paulo que, além de emocionar, ilustra nitidamente nosso tema dessa semana. A matéria relata a experiência de Vidal, um estudante de uma escola pública localizada no bairro com maior taxa de criminalidade de Nova York. Não é difícil imaginar as dificuldades dos profissionais da instituição em lidar diariamente com um público vindo majoritariamente de um meio em que a violência e a marginalidade tornaram-se valores e ferramentas de sobrevivência. Pois bem! Em uma página de uma rede social que diariamente traz perfis de personagens da metrópole norte-americana, ao ser indagado sobre que pessoa mais teria influenciado sua vida, o garoto escolheu a diretora da sua escola.
Ele contou que nos momentos em que um aluno se envolve em uma confusão, em vez de levar suspensão, ele recebe orientação da diretora. A atitude é correta e esperada – apesar de muitas escolas, diante de situações de conflitos, ainda hoje recorrerem às advertências e suspensões acreditando que esses recursos são suficientes para reverter os problemas. Mas o que me chamou atenção foi o conteúdo das orientações e conversas protagonizadas pela diretora. Vidal enfatiza que além de refletir com os meninos sobre as dificuldades que enfrentam por conta da realidade socioeconômica em que estão inseridos, ela também destaca a importância de cada um como ser humano e as possibilidades de realização pessoal e profissional que os estudos – o conhecimento – podem oferecer a cada um deles. Ou seja, a diretora se importa e valoriza cada um dos alunos. O fechamento da história de Vidal vai ficar para o final do post!
Então, vamos ao tema da semana: o conceito de profecia autorrealizadora. Em 1968, dois destacados psicólogos norte-americanos, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, realizaram um trabalho pioneiro que tinha como objetivo testar a hipótese de que os alunos cujos professores tinham expectativas mais positivas em relação ao seu desempenho acadêmico realmente apresentavam melhores resultados. Para a pesquisa ser feita, os docentes foram informados sobre a necessidade de avaliar a eficiência de um novo tipo de teste de inteligência – que foi aplicado a todos os estudantes da escola. Os estudiosos, então, escolheram aleatoriamente 20% dos alunos, mas, para os professores, os estudiosos afirmaram que se tratavam dos estudantes potencialmente capazes de rápido desenvolvimento cognitivo. A diferença de desempenho entre eles, portanto, estava apenas na mente das professoras.
Todos os estudantes refizeram o teste após quatro meses do início das aulas e ao fim do ano letivo. A constatação foi assustadora. De maneira geral, o estudo indicou que os alunos dos quais os professores esperavam melhores desempenhos mostraram de fato melhores resultados. Segundo os autores, os que eram vistos de maneira positiva pelos docentes, ou seja, que são estimulados e reconhecidos por suas boas qualidades, tendem a conquistar mais avanços. Por outro lado, aqueles que não têm reconhecido nenhum valor positivo têm seu desempenho acadêmico comprometido negativamente.
Percebam o tamanho da nossa responsabilidade! Reconhecer as qualidades dos alunos considerados “bons” é muito fácil. Porém, buscar valores positivos – que certamente existem, ainda que escondidos pelas performances desviantes – naqueles que se destacam por comportamentos inadequados e baixo desempenho é bem mais complexo. A maior tendência é que essas meninas e esses meninos caiam no esquecimento ou que sejam constantemente avisados de que não fazem nada certo. E aí, considerando tudo o que já refletimos sobre construção de personalidade e a teoria de Rosenthal e Jacob, ajudamos os nossos alunos mais difíceis a concretizar nossas próprias profecias. Mas é claro que podemos e devemos fazer o contrário disso e sempre lembrar que todo ser humano precisa se sentir valorizado e ter sua importância reconhecida.
Voltando ao Vidal. O depoimento do garoto, descrevendo suas dificuldades e apontando a diretora como sua figura de referência esua autoridade moral,comoveu os leitores. O dono da página onde o relato foi publicado criou uma “vaquinha online” para ajudar a escola e até o momento já foram arrecadados mais de 1 milhão de dólares. O dinheiro será destinado para uma viagem dos alunos a Harvard e para pagar o curso daqueles que forem aceitos por alguma universidade. Deixando de lado os ganhos financeiros – não é esse nosso foco –, a história de Vidal ilustra o quanto nosso papel de educador pode contribuir para transformar a perspectiva de vida de nossos alunos e influenciá-los por escolhas mais éticas.
Deixe aqui seu comentário. Conte uma experiência inspiradora que possa complementar nosso tema!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

SEXUALIDADE

Violência contra a mulher: quem ama não maltrata

| Corpo e saúde, Ensino Médio, Sexualidade
O tema da violência contra mulher deve ser abordado em sala. Foto: Shutterstock
Sete em cada dez mulheres sofreram ou sofrerão algum tipo de violência ao longo de suas vidas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Diferentemente do que se pode imaginar, a violência de gênero, não é exclusiva dos adultos. Estudos do Banco Mundial mostram que é muito mais provável, em todo o mundo, uma mulher entre 15 e 44 anos sofrer esse tipo de violência do que de ter câncer, malária, ou se envolver em acidentes de trânsito.
A violência contra mulher origina-se na desigualdade de gêneros, de que tratei na semana passada. A ideia machista de que as mulheres são seres com menos direitos fundamentaria a submissão delas às vontades e desejos dos homens. Infelizmente, este debate é mais atual do que nunca. Nesta semana, uma petição ganhou notoriedade na internet ao pedir que a Polícia Federal brasileira negue a entrada do suiço Julien Blanc, que vem ao Brasil em 2015 para ministrar palestras sobre “como pegar mulheres”. Apertar os pescoços das mulheres ou colocar seus rostos à força em direção à virilha dele são algumas das “táticas” ensinadas. É por essas e tantas outras razões que esse tema precisa ser abordado na Educação Sexual.
Tudo pode começar de forma muito sutil: o namorado demonstra ciúmes, marca em cima…  São atitudes que aos olhos de quem está apaixonada podem parecer grosserias à toa ou até mesmo provas de amor. Até que um dia ele puxa o braço da garota com mais força e a machuca. Será que a menina não precisa ficar esperta e cair fora desse relacionamento?
Se uma aluna chega à escola com uma mancha roxa no braço, o educador deve intervir e conversar em particular com a aluna para descobrir o que houve e, caso se confirme a violência, analisar juntos os prós e contras desse relacionamento e como a menina pode buscar ajuda. A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres colocou à disposição da população um canal de telefone para denunciar a violência doméstica e receber atendimento - número é o 180.
No entanto, mais importante do que oferecer assistência às alunas que sofrem esse tipo de violência é fazer um trabalho de prevenção com todos os alunos, meninas e meninos. Não precisamos esperar acontecer uma tragédia para trazer esse tema à sala de aula. É fundamental que os alunos entendam que quem ama não maltrata.
Meninos e meninas precisam saber que ninguém é propriedade de ninguém. Nós estamos em pleno século 21, a mulher já conquistou vários direitos, entre eles o de não ser tratada como propriedade de alguém. É inadmissível que em nome do amor, ou desse sentimento de propriedade, um homem agrida uma mulher. Desde 2010 a Lei Maria da Penha garante esse direito às mulheres. Isso precisa ser divulgado, trabalhado e analisado desde a adolescência.
Lei Maria da Penha
Essa lei homenageia a biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que ficou paraplégica depois de levar um tiro do próprio marido enquanto dormia e conseguiu, depois de lutar por 20 anos, que ele fosse condenado. Além de criar em todos os estados um juizado especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, a Lei Maria da Penha alterou o Código Penal, permitindo, principalmente, que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Essa lei protege as mulheres em relacionamentos estáveis ou eventuais, como o namoro e o ficar.
Sugestão de trabalho na sala de aula
1a etapa
Inicie o trabalho dizendo aos alunos que fará um trabalho muito especial para ambos os sexos, embora aparentemente, pareça favorecer apenas as mulheres. E anuncie o tema: violência contra a mulher.
Pergunte se eles já ouviram falar de alguma situação em que essa violência aconteceu, e pede que contem as formas de violência de que já ouviram falar.
Em seguida, complemente que as formas de violência mais comuns variam da agressão física mais branda (tapas e empurrões), seguida pela violência psíquica (xingamentos, ofensas à conduta moral da mulher) e a ameaça (coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão).
2a etapa
Divida os alunos em quatro grupos, distribua uma folha de papel sulfite para cada e peça que eles criem uma história sobre uma situação que eles julguem ter havido uma violência por parte do namorado contra sua namorada, relatando o contexto em que tudo aconteceu.
Em seguida, recolha as histórias e passe para o grupo seguinte, de tal forma que nenhum grupo fique com sua própria história. Diga aos alunos que eles serão advogados e receberão o caso para analisar e julgar se houve uma violência contra a mulher e quais as medidas que deveriam ser tomadas.
3a etapa
Depois que o trabalho estiver pronto, os grupos devem apresentar para a classe. Faça as complementações necessárias para a compreensão de que essas atitudes são consideradas crime e então apresente a Lei Maria da Penha. Mostre aos alunos que, além de não praticarem essa violência, é muito importante que os meninos se unam às meninas para apoiá-las na prevenção dessas situações.. E que as meninas precisam aprender a não serem condescendentes.
Explique que quando a garota perceber que está sendo agredida, mesmo que seja um “mau jeito”, ela não deve aceitar e precisa fazer algo a respeito. Qualquer tipo de violência deve ser repudiado!  Ninguém deve aceitar ou tentar justificar o ato do outro  que lhe traz dor, sofrimento ou constrangimento. Muito menos, quando isso ocorre por que o homem quer demonstrar sua superioridade.
Várias culturas estimulam e confirmam essa violência no seu dia a dia como uma forma natural de comportamento, o que torna mais difícil o seu combate e a gravidade deste problema. Alerte suas alunas! Diga claramente e sem medo para elas: isto não é amor, é violação dos direitos humanos.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Sites para Educação Inclusiva

Educação Especial

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009 que institui diretrizes operacionais para
 o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação
 especial.

 documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007,
prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de
 janeiro de 2008.

Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre sobre a educação
 especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.



Tecnologia assistiva
01.http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html

 Deficiência Visual
01. http://dvsepedagogia.blogspot.com.br/
02. http://deficienciavisualsp.blogspot.com.br/
03.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_visual.htm

Deficiência Auditiva
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02. http://www.prolibras.ufsc.br/
03. http://www.prolibras.ufsc.br/livro_prolibras.pdf
04. http://libraseducandosurdos.blogspot.com.br/
05. http://filmessurdez.blogspot.com.br/
06. http://tvlibras.blog.com/
07. http://ensinar.wordpress.com/category/surdos/
08. http://educaofsicaadaptadaeeducaoespecial.blogspot.com.br/
09.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_auditiva.htm
10.http://comunicardicionariolibras.blogspot.com.br/p/apostilas.html
11.http://www.linhaverdeinterativa.com.br/
Dicionário
01. 
http://www.acessobrasil.org.br/libras/
02. 
http://www.dicionariolibras.com.br/
03. 
http://www.surdosonline.com.br/

Inclusão/SRM
01. http://paranafortaleza.blogspot.com.br/p/blog-page.html
02. http://saladerecursosmultifuncionais.blogspot.com.br/
03. http://joseaugustotk.blogspot.com.br/2012/06/sala-de-recursos-multifuncionais.html
04. http://joseaugustotk.blogspot.com.br/2012/06/sala-de-recursos-multifuncionais.html
05. http://saladerecursoedeli.blogspot.com.br/
06. http://selmamcarvalho.blogspot.com.br/2013/02/salas-de-recursos-multifuncionais-como.html
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Síndrome de Down

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Autismo
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03.http://www.autismo.org.br/
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Deficiência Intelectual
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02.http://www.apaebrasil.org.br/
03.http://www.deficientesemacao.com/deficiencia-intelectual
04.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_intelectual.htm
05.http://www.deficienteciente.com.br/category/deficiencia-intelectual
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Altas Habilidades/Superdotação
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Jogos

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Site: leitura de textos
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