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OLÁ!!

Sejam Bem Vindos!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

SUGESTÕES!!!!


Dicas Preciosas

Para começar...

Não posso deixar de dizer que...

"Nunca deixe de fazer algo de bom que seu coração lhe pede. O tempo poderá passar... e a oportunidade também!!! Não esqueça que:
META - a gente busca;
CAMINHO - a gente acha;
DESAFIO - a gente enfrenta;
VIDA - a gente inventa;
SAUDADE - a gente mata;
SONHO - a gente realiza...

Tenho recebido muitos pedidos de dicas por colegas que estão começando a atuar agora na Orientação Educacional, muitos depois de anos lecionando, então listei abaixo algumas dicas para quem está nesta condição:
  • Você deve empenhar os primeiros dias na organização da sua sala que deverá ter privacidade, um espaço para atendimento às famílias(mesa de reuniões), mesa, cadeiras, armário e arquivo (basicamente); vale decorar a sala deixando-a agradável, considerando a faixa tária dos alunos que você trabalhará;
  • Faça um mapeamento institucional, procurando identificar os níveis de ensino oferecidos pela escola, quantidade de turmas e de alunos; 
  • Faça um quadro com estas informações(questão de organização);
  • Converse com a direção para saber quais as necessidades da escola, mas deixe bem claro que o seu papel não é o de disciplinar(vale se apropriar da ficha profissiográfica  da sua função; isso varia se é em empresa privada ou pública);
  • Peça um momento numa reunião para repassar para o grupo de docentes quais as suas funções;

  • Fazer a "ficha perfil da turma" é muito bacana, além de lhe dar informações importantes sobre pontos fortes e fracos dela, é um momento de contato com o professor;

  • Durante a conversa com o professor você pode perguntar qual o  tema de trabalho que ele julga ser importante  trabalhar neste momento, ou em outro apropriado, com a turma;

  • É muito importante que os alunos te conheçam, então dê uma passadinha em todas as turmas se apresentando e falando também qual a sua função dentro da escola(eles costumam confundir muito as funções);
  • Caso seja possível, dê uma volta pela escola durante o intervalo dos alunos para perceber como se dão as relações e até alguma necessidade urgente de trabalho; 

  • Não se encha de projetos a serem desenvolvidos, pois você não dará conta; o ideal é que você faça um a cada semestre, ou pelo menos um que possa atender boa parte da escola;
  • Se a sua escola for muito grande você pode organizar encontros temáticos com as turmas que apontarem alguma necessidade, mas lembre-se: não somos fadinhas ou mágicos que entram nas salas de aula por 1 hora e resolve tudo, é necessário que o professor seja um parceiro reforçando o nosso trabalho;

  • Registre os atendimentos com as famílias em um livro ata;
  • Para muitos pode parecer que o nosso trabalho "é moleza" e não se espante se ouvir isso de alguém; acontece que nem todos tem o dom de ouvir e acolher e isso é  condição sine qua non na nossa atuação.

Será que ajudei?

Boa sorte!!!

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MAIS DICAS...



Temos que reconhecer nossos limites, somos Orientadores Educacionais e não Psicólogos.

O  Orientador Educacional tem sempre que chegar com humildade e simplicidade para não quebrar vínculos.

O SOE não é só para quem tem problemas, mas também para aqueles que não os tem.
V

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DINÂMICA: NOMES E QUALIDADES (apresentação)
Objetivo: Conhecer os membros de um grupo e promover o conhecimento mútuo.
Material: Sala ampla, alunos em pé em círculo.
Procedimentos: Cada aluno dirá seu próprio nome acrescentando uma qualidade. Ex.: Meu nome é Ricardo e eu sou risonho. A qualidade deverá iniciar com a mesma inicial do nome da pessoa, mas a princípio isso não será dito; à medida que as pessoas se apresentam e falam a qualidade e esta não coincide com a inicial do nome, os demais alunos ou os que souberem do “segredo” vão dizendo que “não é”; O “segredo” só será revelado ao final.
DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO: FEITIÇO(convivência saudável)
Objetivo: Estimular as relações de confiança e amizade entre as crianças.
Material: Tarjetas de papel em branco, canetas, alunos sentados e em círculo.
Procedimentos: Distribuir as tarjetas para as crianças; cada criança escreverá na tarjeta o que o seu vizinho da direita deverá fazer perante o grupo; o vizinho não poderá ver o escrito; depois que todos tiverem escrito, o professor falará que “o feitiço virou contra o feiticeiro”; agora cada um vai fazer aquilo que propôs para o companheiro fazer; analise, com o grupo, como a vida pode trazer surpresas e como são nossas atitudes diante delas; fazer um “gancho” falando sobre as coisas que acontecem diariamente na escola, durante o intervalo, na chegada, na saída da escola, fatos inesperados, como esbarrões, tropeções de um colega... e como reagimos; o que é correto fazer.
DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO: O ABISMO(cooperação)
Objetivo: Favorecer o espírito de cooperação.
Material: Sala ampla, fita crepe, alunos em pé.
Procedimentos: Utilizando a fita crepe, marcar no chão duas faixas paralelas próximas representando um “abismo”; colocar todos os alunos do mesmo lado do “abismo”; explicar que deverão atravessá-lo de forma diferente, não podendo repetir o que já foi feito; ao final, restarão poucos para atravessarem o “abismo” e acharão que não tem outra forma de fazê-lo, pois todas as formas já foram mostradas; estimular, a partir daí, a ajuda do grupo no sentido de dar sugestões aos que ainda não atravessaram, promovendo uma vivência de estímulo e cooperação; quando todos tiverem atravessado, pedir que se sentem para refletir sobre a dinâmica.
Reflexão: Qual o sentimento daqueles que ficaram para o final? E o que sentiram quando os colegas começaram a ajudar na travessia? Como se sentiram ajudando os colegas? Promover outras reflexões.
DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO: CAMINHADA DA CONFIANÇA(responsabilidade)
Objetivo: Sensibilizar as crianças sobre a importância de ter responsabilidade.
Material: Espaço aberto ou sala ampla, vendas de TNT escuro suficientes para todos os alunos.
Procedimentos: Dividir a turma em duplas; entregar uma venda para cada dupla; pedir que decidam quem vai ser o primeiro a usar a venda; explicar que o colega que está vendado deverá ser conduzido pelo seu par que poderá dar informações sobre o trajeto: escadas, declive, buraco...; depois de alguns minutos, inverter os papéis; ao final, iniciar uma reflexão sobre sensações e pensamentos que surgirão enquanto estava vendado depois quando conduzia o colega.
Reflexão: Como você se sentiria se seu condutor não agisse com cuidado e responsabilidade? Deixar que as crianças falem.
DINÂMICA: TEMPESTADE(descontração/acolhida para novo tema)
Objetivo: Promover a descontração dos alunos do grupo/assimilação ou discussão sobre um conteúdo/levantamento de conhecimento prévio sobre determinado assunto. Material: Sala ampla com cadeiras suficientes para cada aluno. Procedimentos: Pedir que todos os alunos fiquem sentados em círculo(não deverá sobrar cadeira vazia); explicar o jogo: “Vamos fazer uma viagem...nós vamos para o alto mar; lá ocorrem grandes e ondas; eu sou o capitão deste navio e estou atento. Toda vez que tiver uma grande onda do lado direito do navio eu avisarei e vocês deverão pular para a cadeira da direita; quando ocorrer uma onda do lado esquerdo, vocês pularão para a cadeira da esquerda e quando houver um sinal de tempestade e eu gritar “TEMPESTADE!”, todos vocês deverão trocar de lugar; nesse momento o professor retira uma cadeira e assim vai sobrar um aluno em pé que ficará atento para a próxima viagem do navio, para enfim procurar um lugar para sentar.
DINÂMICA: A MINHOCA(confiança/descontração)
Objetivos: Integrar a turma num momento de descontração/Proporcionar o estabelecimento da confiança entre os alunos e o professor.
Material: Sala ampla ou espaço aberto. Procedimentos: Peça a turma grupo que fique em pé e em círculo; oriente que formem uma fila indiana onde cada aluno deverá colocar as mãos sem soltar no ombro do colega da frente; peça que todos fechem os olhos e que o primeiro da fila, fique de olhos abertos e conduza o grupo pelo espaço disponível; caso o local permita, solicite ao condutor da fila que desça degraus, passe por portas e corredores, enfim tudo que possa sugerir “perigos” que serão vencidos pela confiança do grupo na pessoa que o conduz; sugerir a troca do condutor em algum momento durante o percurso; prosseguir a dinâmica pedindo aos alunos que digam como se sentiram sendo guiados pelos colegas; correlacione acerca da confiança que o grupo deposita no seu professor.
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DINÂMICA: APRENDENDO O NOME(apresentação)
Objetivo: Integrar a turma, aprender e fixar o nome dos colegas.
Material: Sala ampla
Procedimentos: Solicite que o grupo, em pé, forme um grande círculo; a seguir, inicia-se o exercício: dê um passo à frente, diga seu nome de forma diferente; acompanhado de um gesto com as mãos, ou com todo o corpo, quando então, as pessoas do grupo repetem em coro o nome do professor e fazem o mesmo gesto; prosseguindo, a pessoa à direita do professor diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente, até todos se apresentarem.
DINÂMICA: ÁRVORE DAS QUALIDADES(auto estima)
Objetivo: Identificar qualidades e valores/Favorecer a descontração dos alunos/Conhecer e reconhecer qualidades nos colegas.
Material: Tronco de árvore confeccionado em cartolina, fita adesiva, flores previamente confeccionadas com miolo e cinco pétalas.
Procedimentos: Colar o tronco na parede ou no quadro; explicar que agora iremos pensar em qualidades que temos(explicar o que é qualidade); explicar que essas qualidades nos deixam felizes e fazem com que os outros também fiquem felizes com isso, amigos, professores, família; pedir que escrevam uma qualidade em cada pétala e no centro(miolo) o nome; após todos terminarem a parte escrita, iniciar a montagem da árvore, chamando um a um no painel, para colarem a flor, falando o nome e as qualidades que tem; ao final, fechar ressaltando que todos nós temos qualidades e elas devem ser preservadas para o nosso bem e nossa felicidade.
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PLANEJAR!


                                                                                      Secretaria Municipal de Educação
               DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO
              EJA – EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - 2012
          Email: nucleopedagogicojacunda@hotmail.com

ESCOLA:________________________________________________________________________________
PROFESSOR (A)____________________________        ETAPA _____________                    
BIMESTRE_____
ROTINA SEMANAL
Atividades permanentes que deverão acontecer todos os dias: chamada, leitura compartilhada roda de conversa, leitura e produção textual;
Segunda – feira ( ___/____/____)
Conteúdos

Metodologias






FLEXIBILIZAÇÃO:





Terça – feira ( ___/____/____)
Conteúdos

Metodologias






FLEXIBILIZAÇÃO:







Quarta – feira ( ___/____/____)
Conteúdos

Metodologias







FLEXIBILIZAÇÃO:





Quinta – feira ( ___/____/____)
Conteúdos

Metodologias






FLEXIBILIZAÇÃO:





Sexta – feira ( ___/____/____)
Conteúdos

Metodologias






FLEXIBILIZAÇÃO:






REGISTRO SEMANAL DO DESENVOLVIMENTO DA ROTINA COM OS AVANÇOS E DIFICULDADES DA TURMA:
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ASSINATURA DO PROFESSOR(A)_____________________________

HISTÓRICO DA EJA EM JACUNDÁ


HISTÓRICO DA EJA EM JACUNDÁ – PA

O INÍCIO DA OFERTA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS  
EM JACUNDÁ.
A EJA em Jacundá – Pa, iniciou-se em 1989, atendendo turmas de 3ª e 4ª Etapa na Escola Estadual Teotônio Apinagés. Como a instituição escolar não tinha autorização para trabalhar com esta Modalidade de Ensino, solicitou ao Conselho Estadual essa autorização. Ainda neste ano, os professores para trabalhar com essas turmas, tiveram uma autorização expedida Departamento de apoio ao ensino, da Secretaria Estadual de Educação (OBS: mesmo os professores não tendo habitação necessária para ministrar determinadas disciplinas foram autorizados provisoriamente).

NOME DO PROFESSOR
DISCIPLINA MINISTRADA
01
Ilsa Guimarães Souza
 Geografia
02
Mª Verônica de  Amaral Soares
Português
03
Ernesto Rodrigues
Ciências e Matemática
04
Nilza Brito Ribeiro
Português ( Matriculada no curso de Letras UFPA)
05
Mª Celeste Sarges da Silva
História ( Matriculada no curso de Geografia)
06
Nylzete Gil de Oliveira
Geografia
07
Therezo de Souza Neto
História ( Cursando Ciências Sociais)
08
Mª Celma Alves Teixeira
Geografia
09
Fernando Chaves Gurgel Filho
Matemática
10
Edmilson  Jairo Bonfim da silva
Matemática
11
Francisca Pereira Lima
Matemática
12
Crenilda Pereira Gonçalves Vianna
Ciências físicas e Biológicas
13
Ana Telma Marques Alves
Português
14
Antonio de Lellis Ramos Rodrigues
Geografia

Somente no ano de 1992, através da Portaria nº 1158/92- GS da Secretaria de Estado de Educação, ficou autorizada a implantação do Curso Supletivo de 1º Grau, suplência de Educação Geral, à nível de 3ª e 4ª Etapas na Escola Estadual de 1º Grau “Teotônio Apinagés”.
No ano de 2002, veio a inspeção da Secretaria De Educação do Estado do Pará, verificar os documentos da referida escola para autorizar os estudos de 5ª a 8ª séries bem como os estudos do Ensino Supletivo nela ministrados, de 1991 até 2000. ( num total de 938 alunos concluintes)
Assim, através de um trabalho minucioso de sistematização documental, onde a escola apresentou todos os requisitos solicitados em perfeita  organização de arquivos ativos e passivos em dia, a mesma no dia 25/05/2002 recebeu o relatório dando parecer favorável para o funcionamento e validação das turmas do Supletivo.
No mês de Dezembro do mesmo ano, com o Processo de  Municipalização[1],   o ensino de supletivo passa a ser administrado pela Rede Municipal de Ensino, pois a Escola Teotônio Apinagés  passa a ser responsabilidade do Município. Cria-se então dentro da Escola a Unidade de Ensino Supletivo _ UES, que atende alunos na modalidade semipresencial e também fica responsável pelas turmas regulares do ensino supletivo nas escolas: EMEF Cristo Rei e EMEF Rosália Correia e ainda Teotônio Apinagés.

COMO FUNCIONA A UES:
A Unidade de Ensino Supletivo - UES, é uma modalidade semipresencial  da Educação de Jovens e Adultos. Lá são atendidos alunos que na maioria são do meio rural ou pessoas que não tem  como freqüentar uma escola em tempo regular.
Acontece  atendimento personalizado para os alunos pelos professores de áreas pela manhã, tarde e noite. Eles tiram as dúvidas dos alunos antes de fazerem as avaliações. Cada disciplina é distribuída em módulos que são levados para casa para estudos individuais, a quantidade de módulos  varia conforme a carga horária. A média para ser aprovado é 7,0. A equivalência dos estudos é do Ensino Fundamental maior.
Assim, a partir do ano de 2000 a coordenação das turmas de EJA presencial que acontecia nas escolas da rede municipal passou a ser responsabilidade da coordenadora da UES que também passa a atender a clientela de turmas de 1ª e 2ª etapa nas escolas municipais.  A coordenação pedagógica ficou no prédio da UES até o ano de 2006 quando passa a ser coordenada pela equipe pedagógica da Secretaria de Educação.
Neste ano é implantado o Projeto: “Alfabetizar para a vida”. Um projeto destinado a alfabetizar os adultos do município, principalmente os pais dos alunos atendidos pelo programa  federal  Bolsa Escola. ( o mesmo continua atendendo até os dias atuais).
A CONSTRUÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR PEDAGÓGICA DO MUNICÍPIO
A partir deste ano, começa-se a organização da Proposta Curricular Pedagógica deste segmento, com a participação de professores, coordenadores escolares e da Secretaria, diretores e alunos.  No ano de 2008 foi concluída a Proposta e enviada uma cópia para todas as escolas que atendem a EJA.
No ano de 2009 foi aprovado pelo Conselho Municipal de Educação através da Resolução 10/2009 a “ Normatização da Modalidade de Educação de Jovens e Adultos com atendimento individualizado e presença flexível no Sistema do Município de jacundá”.

Também no  ano de 2009, foi elaborado o Planejamento Estratégico Municipal da EJA – PEEJA, que foi enviado para a Undime, SEDUC e  Ministério da Educação. Segundo as orientações dos técnicos, os municípios só seriam atendidos com investimentos neste segmento se elaborasse este documento, pois nele contém todas as informações sobre o município, o aproveitamento final da EJA em 2008 e 2009, as formas de atendimento da educação especial nas EJA, a fundamentação legal, a síntese da proposta curricular municipal e uma organização de objetivos, metas e ações.
A IMPLANTAÇÃO DA EJA MODULAR
No ano de 2010 começa a ser  detectado alto índice de desistência nas turmas de 3ª e 4ª etapas, foi iniciado um estudo de como o município poderia fazer para minimizar esse fator negativo dentro deste segmento. Então, após a fase de estudos bibliográficos e pesquisas sobre a temática já no final do ano,  a coordenação municipal,  secretária de educação e presidente do Conselho de Educação passaram a pensar sobre como poderia ser implantado a EJA Modular no meio urbano( já que acontecia no meio rural e estava dando certo).
 A coordenadora do segmento passou a elaborar o Projeto da EJA Modular com a ajuda da presidente do CME, que o encaminhou para aprovação. O mesmo foi aprovado por unanimidade.
Neste ano também ocorreu a desmunicipalização da UES, que passa a ser chamar: CEJA – Centro de Educação de Jovens e Adultos. A mesma passa a ser compreendida como uma instituição escolar. ( embora ainda não tenha prédio próprio), já pode expedir sua certificação sem necessidade dos documentos irem para Belém e passar por longo período de espera.
Em 2011 a Educação de Jovens e Adultos passou a fazer parte do PAR (Plano de ações Articuladas). Um programa federal que orienta todas as ações da secretaria de educação no período de 4 anos. Nele foi realizado um diagnóstico geral de como é o atendimento deste segmento no município e o próprio MEC disponibiliza ações para serem realizadas para resolver os problemas detectados.
Em 2012 Também foi disponibilizado na Plataforma FREIRE o acesso para os professores da  EJA  participarem de cursos de formação continuada e de especialização nesse segmento.




[1]  A municipalização do ensino  induzida pelo governo federal por meio do FUNDEF ocorreu em praticamente todos os Estados da Federação. Todavia, isso não significa que o processo de implementação dessa política tenha sido homogêneo, pois cada Estado e seus municípios possuem características sociais, educacionais e políticas diferentes.
Desse modo, o Estado do Pará também tem suas particularidades que fazem a municipalização do ensino ter uma história própria e sempre em construção nos diversos governos que vem se sucedendo no nosso Estado.   O processo de municipalização do ensino fundamental no Estado do Pará abrange de 1996 a 2010 três Governos estaduais. Esse processo iniciou em 1996 no primeiro governo de Almir Gabriel   É nesse contexto que a área da educação passa por um acelerado processo de descentralização administrativa na gestão da rede estadual, bem como um acelerado processo de municipalização do ensino fundamental que foi defendido como a condição principal para se ter uma gestão, em tese, mais democrática e eficiente.
A proposta de municipalização do ensino fundamental apresentou como principais justificativas, a determinação da C.E de 1989 que definia aos municípios assumirem a responsabilidade pelo ensino fundamental, como condição para que o Estado possa desenvolver o atendimento no ensino médio. Além disso, em virtude da maior parte das escolas do Estado está localizada em área rural dos municípios, a SEDUC entende que a instância mais apropriada para gerenciá-las seja o município.
 A argumentação da SEDUC é de que a municipalização colocaria a gestão das escolas nas mãos das prefeituras e que, assim, haveria uma gestão mais ágil e eficiente no sentido de atender às necessidades da educação local. Como conseqüência dessa gestão, se obteria a melhoria na qualidade da educação municipal, justamente por ela estar mais próxima do gestor local e dos profissionais da educação facilitando a agilização das decisões. “A política de municipalização do ensino Fundamental no estado do Pará a partir da ótica Dos gestores estaduais da educação”_ Tese de Mestrado- Charles Alberto De Souza Alves – Belém 2011.

A arte de Grafitar na EJA

A arte de Grafitar na EJA

                                                                             
Atividade Pedagógica: GRAFITAGEM ARTÍSTICA

Disciplina : Artes
JUSTIFICATIVA
Sabe-se que o grafite tem características culturais e ideológicas que devem ser descobertas e exploradas. Uma maneira de fazer isso é compreender as diferenças entre pichação (código fechado de pouca variação, utilizado por grupos específicos na demarcação de um território) e grafitagem (linguagem elaborada por artistas para transmitir uma ideologia).
 Para acabar com a idéia de que desenhar no muro é algo proibido e mostrar que essa manifestação pode ser artística, a professora Eliane juntamente com a turma da 4ª Etapa”A”  organizou  uma atividade de Grafitagem nos muros da Escola Cristo Rei. 

DESENVOLVIMENTO  DA ATIVIDADE
_ Apresentação do Tema aos alunos;
_ Estudo dirigido sobre Grafitagem;
_Estudo sobre as técnicas tradicionais, de como desenho e pintura, feitas em outras épocas para servir de inspiração;
_ Organização dos grupos;
_ grafitagem nos muros da escola;
MATERIAIS NECESSÁRIOS
_ 1 LATA DE TINTA BRANCA A BASE D’AGUA ( 18 LTS)
_ 20 BISNAGAS DE CORES VARIADAS;
_ 10 PINCÉIS DE TAMANHO VARIADOS;