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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

AS ÁGUAS VÃO ACABAR (CONOSCO)? ( O fim será, o lixo dentro do homem ou o homem dentro do lixo)



Crônica
AS ÁGUAS VÃO ACABAR (CONOSCO)? ( O fim será, o lixo dentro do homem ou o homem dentro do lixo)
Por Claudeci Ferreira de Andrade

                Ouvi das instrutoras do curso sobre meio ambiente: "a água vai acabar". Então pensei, se a água vai acabar, para aonde ela irá? Vai virar o quê? Perguntei para alguém, se quando chove é uma desperdício de água. Ele me disse que não, então insisti em lhe dizer que quando a torneira da cozinha está pingando não é também desperdício de água, a água é para a terra. O que está de fato desperdiçando, nesse caso, é o tratamento da água. Isto é, se a água da torneira for tratada! Mas, com as tecnologias avançadas que temos, afirmo que não faltará água potável e cada vez mais barata, para as utilizações humanas,  certo de que é, de fato, um bem público. 
           Depois pensei novamente, a água é tão importante quanto o ar. E este é tão poluído como a água, porém ninguém se atreve a dizer que o ar vai acabar! Todavia, quando os ricos começarem a medir o consumo de ar por pessoa, logo aparecerão leis para regulamentar e valorizar o consumo de ar, por isso não faltará quem diga que o ar vai acabar como dizem da água. 
            Agora vejo a população comum, incentivada e até pressionada a economizar a água, enquanto os da classe alta banhando de piscina em suas propriedades, e  enfeitando a varanda deles com cascatas iluminadas. 
           Alguém pode me dizer se o fogo vai acabar? E a terra, também vai acabar? Os quatro elementos fundamentais e sustentadores da vida na terra deveriam ser verdadeiramente bens públicos, e o tratamento para adequação de uso deveria ser o mais barato possível, devido as novas tecnologias de crescimento e a necessária manutenção da vida.
          Continuo achando que a conscientização é válida, sobre os depósitos do lixo, mas é inevitável que o crescimento populacional desenfreado produza maior quantidade de contaminação na água, no ar e na terra. Qual seria o local adequado dos lixos humanos? Não haverá lugar algum certo! Ou ainda, todos os lugares são certos! Só sei que qualquer aterro sanitário concorre com o espaço de alguém que precisa ser saudável. Selecionar e Incinerar talvez amenize por algum tempo, contudo a fumaça é um produto nocivo e a cinza também. É mais um remendo novo na roupa velha, dura pouco, e o buraco na camada de ozônio ficará maior!
           Lamento por lhe dizer coisas desagradáveis, todavia os que se deixam iludir por sofistas de discuso fácil pagam mais caro. Afinal, o que vão fazer os ecologistas, biólogos, químicos e engenheiros ambientalistas quando a população da terra for 13 bilhões de habitante, se hoje já está se precisando de cursos alarmantes? Só restará o espaço de dentro do homem para seu próprio lixo, o de fora já não cabe mais! Ou o homem dentro do lixo, ou o lixo dentro do homem. Um tem que dar lugar para o outro. E até quando? Como incinerar o lixo de dentro do homem, sem levá-lo junto?
           O que isso tudo tem a ver com a educação? É que eu não sei qual das águas lavará nosso cérebro ou apenas nossos bolsos! Enquanto isso, penalizam-se uns e outros até a penalização de todos. A natureza se vira para combater o golpe da água!!!

Kllawdessy Ferreira


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

QUANDO A ESCOLA AJUDA NA VIDA SOCIAL DO ALUNO!!

O que é a profecia autorrealizadora e como ela está presente na escola.

 | Corpo docente
Foto: Shutterstock
Na semana passada, li uma reportagem publicada na Folha de São Paulo que, além de emocionar, ilustra nitidamente nosso tema dessa semana. A matéria relata a experiência de Vidal, um estudante de uma escola pública localizada no bairro com maior taxa de criminalidade de Nova York. Não é difícil imaginar as dificuldades dos profissionais da instituição em lidar diariamente com um público vindo majoritariamente de um meio em que a violência e a marginalidade tornaram-se valores e ferramentas de sobrevivência. Pois bem! Em uma página de uma rede social que diariamente traz perfis de personagens da metrópole norte-americana, ao ser indagado sobre que pessoa mais teria influenciado sua vida, o garoto escolheu a diretora da sua escola.
Ele contou que nos momentos em que um aluno se envolve em uma confusão, em vez de levar suspensão, ele recebe orientação da diretora. A atitude é correta e esperada – apesar de muitas escolas, diante de situações de conflitos, ainda hoje recorrerem às advertências e suspensões acreditando que esses recursos são suficientes para reverter os problemas. Mas o que me chamou atenção foi o conteúdo das orientações e conversas protagonizadas pela diretora. Vidal enfatiza que além de refletir com os meninos sobre as dificuldades que enfrentam por conta da realidade socioeconômica em que estão inseridos, ela também destaca a importância de cada um como ser humano e as possibilidades de realização pessoal e profissional que os estudos – o conhecimento – podem oferecer a cada um deles. Ou seja, a diretora se importa e valoriza cada um dos alunos. O fechamento da história de Vidal vai ficar para o final do post!
Então, vamos ao tema da semana: o conceito de profecia autorrealizadora. Em 1968, dois destacados psicólogos norte-americanos, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, realizaram um trabalho pioneiro que tinha como objetivo testar a hipótese de que os alunos cujos professores tinham expectativas mais positivas em relação ao seu desempenho acadêmico realmente apresentavam melhores resultados. Para a pesquisa ser feita, os docentes foram informados sobre a necessidade de avaliar a eficiência de um novo tipo de teste de inteligência – que foi aplicado a todos os estudantes da escola. Os estudiosos, então, escolheram aleatoriamente 20% dos alunos, mas, para os professores, os estudiosos afirmaram que se tratavam dos estudantes potencialmente capazes de rápido desenvolvimento cognitivo. A diferença de desempenho entre eles, portanto, estava apenas na mente das professoras.
Todos os estudantes refizeram o teste após quatro meses do início das aulas e ao fim do ano letivo. A constatação foi assustadora. De maneira geral, o estudo indicou que os alunos dos quais os professores esperavam melhores desempenhos mostraram de fato melhores resultados. Segundo os autores, os que eram vistos de maneira positiva pelos docentes, ou seja, que são estimulados e reconhecidos por suas boas qualidades, tendem a conquistar mais avanços. Por outro lado, aqueles que não têm reconhecido nenhum valor positivo têm seu desempenho acadêmico comprometido negativamente.
Percebam o tamanho da nossa responsabilidade! Reconhecer as qualidades dos alunos considerados “bons” é muito fácil. Porém, buscar valores positivos – que certamente existem, ainda que escondidos pelas performances desviantes – naqueles que se destacam por comportamentos inadequados e baixo desempenho é bem mais complexo. A maior tendência é que essas meninas e esses meninos caiam no esquecimento ou que sejam constantemente avisados de que não fazem nada certo. E aí, considerando tudo o que já refletimos sobre construção de personalidade e a teoria de Rosenthal e Jacob, ajudamos os nossos alunos mais difíceis a concretizar nossas próprias profecias. Mas é claro que podemos e devemos fazer o contrário disso e sempre lembrar que todo ser humano precisa se sentir valorizado e ter sua importância reconhecida.
Voltando ao Vidal. O depoimento do garoto, descrevendo suas dificuldades e apontando a diretora como sua figura de referência esua autoridade moral,comoveu os leitores. O dono da página onde o relato foi publicado criou uma “vaquinha online” para ajudar a escola e até o momento já foram arrecadados mais de 1 milhão de dólares. O dinheiro será destinado para uma viagem dos alunos a Harvard e para pagar o curso daqueles que forem aceitos por alguma universidade. Deixando de lado os ganhos financeiros – não é esse nosso foco –, a história de Vidal ilustra o quanto nosso papel de educador pode contribuir para transformar a perspectiva de vida de nossos alunos e influenciá-los por escolhas mais éticas.
Deixe aqui seu comentário. Conte uma experiência inspiradora que possa complementar nosso tema!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

SEXUALIDADE

Violência contra a mulher: quem ama não maltrata

| Corpo e saúde, Ensino Médio, Sexualidade
O tema da violência contra mulher deve ser abordado em sala. Foto: Shutterstock
Sete em cada dez mulheres sofreram ou sofrerão algum tipo de violência ao longo de suas vidas, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Diferentemente do que se pode imaginar, a violência de gênero, não é exclusiva dos adultos. Estudos do Banco Mundial mostram que é muito mais provável, em todo o mundo, uma mulher entre 15 e 44 anos sofrer esse tipo de violência do que de ter câncer, malária, ou se envolver em acidentes de trânsito.
A violência contra mulher origina-se na desigualdade de gêneros, de que tratei na semana passada. A ideia machista de que as mulheres são seres com menos direitos fundamentaria a submissão delas às vontades e desejos dos homens. Infelizmente, este debate é mais atual do que nunca. Nesta semana, uma petição ganhou notoriedade na internet ao pedir que a Polícia Federal brasileira negue a entrada do suiço Julien Blanc, que vem ao Brasil em 2015 para ministrar palestras sobre “como pegar mulheres”. Apertar os pescoços das mulheres ou colocar seus rostos à força em direção à virilha dele são algumas das “táticas” ensinadas. É por essas e tantas outras razões que esse tema precisa ser abordado na Educação Sexual.
Tudo pode começar de forma muito sutil: o namorado demonstra ciúmes, marca em cima…  São atitudes que aos olhos de quem está apaixonada podem parecer grosserias à toa ou até mesmo provas de amor. Até que um dia ele puxa o braço da garota com mais força e a machuca. Será que a menina não precisa ficar esperta e cair fora desse relacionamento?
Se uma aluna chega à escola com uma mancha roxa no braço, o educador deve intervir e conversar em particular com a aluna para descobrir o que houve e, caso se confirme a violência, analisar juntos os prós e contras desse relacionamento e como a menina pode buscar ajuda. A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres colocou à disposição da população um canal de telefone para denunciar a violência doméstica e receber atendimento - número é o 180.
No entanto, mais importante do que oferecer assistência às alunas que sofrem esse tipo de violência é fazer um trabalho de prevenção com todos os alunos, meninas e meninos. Não precisamos esperar acontecer uma tragédia para trazer esse tema à sala de aula. É fundamental que os alunos entendam que quem ama não maltrata.
Meninos e meninas precisam saber que ninguém é propriedade de ninguém. Nós estamos em pleno século 21, a mulher já conquistou vários direitos, entre eles o de não ser tratada como propriedade de alguém. É inadmissível que em nome do amor, ou desse sentimento de propriedade, um homem agrida uma mulher. Desde 2010 a Lei Maria da Penha garante esse direito às mulheres. Isso precisa ser divulgado, trabalhado e analisado desde a adolescência.
Lei Maria da Penha
Essa lei homenageia a biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que ficou paraplégica depois de levar um tiro do próprio marido enquanto dormia e conseguiu, depois de lutar por 20 anos, que ele fosse condenado. Além de criar em todos os estados um juizado especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, a Lei Maria da Penha alterou o Código Penal, permitindo, principalmente, que agressores sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada. A lei também traz uma série de medidas para proteger a mulher agredida, que está em situação de agressão ou cuja vida corre riscos. Essa lei protege as mulheres em relacionamentos estáveis ou eventuais, como o namoro e o ficar.
Sugestão de trabalho na sala de aula
1a etapa
Inicie o trabalho dizendo aos alunos que fará um trabalho muito especial para ambos os sexos, embora aparentemente, pareça favorecer apenas as mulheres. E anuncie o tema: violência contra a mulher.
Pergunte se eles já ouviram falar de alguma situação em que essa violência aconteceu, e pede que contem as formas de violência de que já ouviram falar.
Em seguida, complemente que as formas de violência mais comuns variam da agressão física mais branda (tapas e empurrões), seguida pela violência psíquica (xingamentos, ofensas à conduta moral da mulher) e a ameaça (coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão).
2a etapa
Divida os alunos em quatro grupos, distribua uma folha de papel sulfite para cada e peça que eles criem uma história sobre uma situação que eles julguem ter havido uma violência por parte do namorado contra sua namorada, relatando o contexto em que tudo aconteceu.
Em seguida, recolha as histórias e passe para o grupo seguinte, de tal forma que nenhum grupo fique com sua própria história. Diga aos alunos que eles serão advogados e receberão o caso para analisar e julgar se houve uma violência contra a mulher e quais as medidas que deveriam ser tomadas.
3a etapa
Depois que o trabalho estiver pronto, os grupos devem apresentar para a classe. Faça as complementações necessárias para a compreensão de que essas atitudes são consideradas crime e então apresente a Lei Maria da Penha. Mostre aos alunos que, além de não praticarem essa violência, é muito importante que os meninos se unam às meninas para apoiá-las na prevenção dessas situações.. E que as meninas precisam aprender a não serem condescendentes.
Explique que quando a garota perceber que está sendo agredida, mesmo que seja um “mau jeito”, ela não deve aceitar e precisa fazer algo a respeito. Qualquer tipo de violência deve ser repudiado!  Ninguém deve aceitar ou tentar justificar o ato do outro  que lhe traz dor, sofrimento ou constrangimento. Muito menos, quando isso ocorre por que o homem quer demonstrar sua superioridade.
Várias culturas estimulam e confirmam essa violência no seu dia a dia como uma forma natural de comportamento, o que torna mais difícil o seu combate e a gravidade deste problema. Alerte suas alunas! Diga claramente e sem medo para elas: isto não é amor, é violação dos direitos humanos.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Sites para Educação Inclusiva

Educação Especial

Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009 que institui diretrizes operacionais para
 o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação
 especial.

 documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007,
prorrogada pela Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de
 janeiro de 2008.

Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre sobre a educação
 especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.



Tecnologia assistiva
01.http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html

 Deficiência Visual
01. http://dvsepedagogia.blogspot.com.br/
02. http://deficienciavisualsp.blogspot.com.br/
03.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_visual.htm

Deficiência Auditiva
01. http://anacarolinafrank.blogspot.com.br/
02. http://www.prolibras.ufsc.br/
03. http://www.prolibras.ufsc.br/livro_prolibras.pdf
04. http://libraseducandosurdos.blogspot.com.br/
05. http://filmessurdez.blogspot.com.br/
06. http://tvlibras.blog.com/
07. http://ensinar.wordpress.com/category/surdos/
08. http://educaofsicaadaptadaeeducaoespecial.blogspot.com.br/
09.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_auditiva.htm
10.http://comunicardicionariolibras.blogspot.com.br/p/apostilas.html
11.http://www.linhaverdeinterativa.com.br/
Dicionário
01. 
http://www.acessobrasil.org.br/libras/
02. 
http://www.dicionariolibras.com.br/
03. 
http://www.surdosonline.com.br/

Inclusão/SRM
01. http://paranafortaleza.blogspot.com.br/p/blog-page.html
02. http://saladerecursosmultifuncionais.blogspot.com.br/
03. http://joseaugustotk.blogspot.com.br/2012/06/sala-de-recursos-multifuncionais.html
04. http://joseaugustotk.blogspot.com.br/2012/06/sala-de-recursos-multifuncionais.html
05. http://saladerecursoedeli.blogspot.com.br/
06. http://selmamcarvalho.blogspot.com.br/2013/02/salas-de-recursos-multifuncionais-como.html
07. http://silvanapsicopedagoga.blogspot.com.br/2012/08/modelo-de-projeto-para-sala.html
08. http://aeedonavenancia.blogspot.com.br/p/sala-de-recursos.html
09.http://superacaoeaprendizagem.blogspot.com.br/2012/09/sala-de-recursos-        multifuncionais.html
10. http://pratica-pedagogica.blogspot.com.br/
11.http://trabalhandocomaeducacaoespecial.blogspot.com.br
12.http://espacoaee.blogspot.com.br/
13. http://acilianesaladerecursos.blogspot.com.br/
14.http://salamultiespecialdaandrea.blogspot.com.br
15.http://saladerecursosmultifuncionais.blogspot.com.br
16.http://amigosdainclusao.blogspot.com.br
17. http://depalavraempalavrainclusao.blogspot.com.br/
18. http://jogosdidacticos.blogspot.com.br/
19. http://actividadesautistas.blogspot.com.br/
20. http://gigi-amancio.blogspot.com
21. http://www.audioteca.org.br/catalogo.htm
22. http://vivenciandoainclusao.blogspot.com.br
23.http://aeetania2013.blogspot.com.br/

Síndrome de Down

01.http://www.movimentodown.org.br/educacao/educacao-e-sindrome-de-down/


Autismo
01.http://www.autismo.com.br/
02.http://www.revistaautismo.com.br/
03.http://www.autismo.org.br/
04.http://umavozparaoautismo.blogspot.com.br/
05. http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_autismo.htm

Deficiência Intelectual
01.http://www.revistapontocom.org.br/artigos/deficiencia-intelectual-o-conceito
02.http://www.apaebrasil.org.br/
03.http://www.deficientesemacao.com/deficiencia-intelectual
04.http://www.pessoacomdeficiencia.com/filmes_sobre_deficiencia_intelectual.htm
05.http://www.deficienteciente.com.br/category/deficiencia-intelectual
06.http://pecsemportugues.blogspot.com.br/

Altas Habilidades/Superdotação
01.http://www.altashabilidades.com.br/
02. http://psique.jimdo.com/altas_habilidades_superdotayyo.php
03.http://inclusaobrasil.blogspot.com.br/2012/03/altas-habilidadessuperdotacao-no.html


Jogos

1. Libras
http://www.librasnet.com/jogo.html
http://www.multi-trilhas.com/ 
http://www.librasbrincando.com/

Site: leitura de textos
http://www.oddcast.com/home/demos/tts/tts_example.php?sitepal


Combinado para o uso do celular durante a aula

Combinado para o uso do celular durante a aula

Objetivo(s) 
  • Refletir sobre a necessidade das normas e os procedimentos de legitimação que devem propiciar ao sujeito o respeito por si próprio e pelo outro
  • Discutir o uso do celular em sala de aula
  • Vivenciar uma assembleia de classe
  • Criar coletivamente regras sobre o uso do celular em sala de aula
Conteúdo(s) 
  • Ambiente cooperativo
  • Criação de regras
Ano(s) 
Tempo estimado 
4 aulas
Material necessário 
  • Cartolina e caneta para a divulgação  do combinado (ou computador e impressora caso a turma prefira digitar o texto)

Obs: para a realização da assembleia as carteiras precisam ser dispostas em um círculo, para que todos possam se olhar
Este plano de aula está ligado à seguinte reportagem de VEJA:
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Introdução
O compromisso com a construção da autonomia pede uma prática educacional engajada com a compreensão do desenvolvimento do aluno e a aquisição do conhecimento. Para alcançar esse objetivo, segundo alguns estudos, é necessário uma educação que garanta a vivência da cooperação.

É preciso lembrar sempre que o papel do educador não é somente ensinar os conteúdos escolares, mas também dar condições para que os alunos aprendam. O desenvolvimento de cada um pode ser rápido ou lento, dependendo do ambiente. Por isso podemos dizer que a inteligência e o desenvolvimento socioafetivo de uma pessoa adulta dependem muito do que lhe foi oferecido durante sua formação, daí a necessidade de interagir com estímulos desafiadores. Considerando esses pontos, este plano de aula propõe uma reflexão coletiva sobre o uso do celular em sala de aula com as turmas do Ensino Médio. O objetivo é trabalhar as características de um ambiente escolar cooperativo e democrático, que seja favorável à autonomia intelectual e moral.
Comece propondo uma conversa sobre o uso do celular na escola, especialmente na sala de aula. A conversa precisa ser aberta para que os alunos se sintam à vontade para expor que pensam. Estimule os estudantes a apresentarem seus pontos de vista. Se a escola tem uma regra específica sobre isso, ou se há uma lei que proíbe o uso do aparelho (como no Estado de São Paulo), discuta o que pensam a respeito da regra e o porquê. Finalize pedindo que os adolescentes pesquisem como o Brasil e outros países lidam com o uso do celular na escola e peça que tragam os resultados das pesquisas para a próxima etapa.
2ª etapa 
A partir do material que os adolescentes trouxeram, organize grupos de quatro a cinco pessoas. Os alunos deverão compartilhar seus achados e organizar um texto. Cada grupo pode escolher a forma como achar mais conveniente socializar essa produção, inclusive via celular se eles assim preferirem. Após a escrita, peça que os alunos dividam suas impressões. Faça a mediação desse momento, mas sem emitir sua opinião ou fazer julgamentos. Esse é um momento de análise dos alunos.
3ª etapa 
Discuta com a turma o que é uma assembleia de classe (caso a escola não use esse recurso como uma prática). As assembleias destinam-se a um momento escolar organizado para que os membros da instituição discutam com o objetivo de melhorar a convivência e outros problemas vividos no lugar.

Lembre que o trabalho com as regras na escola é um aspecto pertinente a toda comunidade escolar, pois trata do bem estar de todos. A assembleia permite que os alunos participem em muitas situações da tomada de decisões e se sintam realmente parte desse ambiente. É preciso alguns cuidados ao discutir e criar as normas:
  • as regras não devem referir-se ao bem-estar de uma minoria, mas sim de uma maioria;
  • é preciso evitar regras de respeito unilateral (não combinar: respeitar o professor, os funcionários... e sim, respeitar as pessoas);
  • uma regra não pode ferir uma lei;
  • é importante ter a clareza que, quanto mais liberdade, mais responsabilidade se atribui aos alunos. 

Há quatro mecanismos que devem ser utilizados ao se discutir com o grupo os temas que precisam ser refletidos: pensar nas causas; pensar se as soluções atuam nas causas; analisar cada solução e verificar se os princípios são respeitados.
4ª etapa 
Chegou o momento de todos decidirem, em uma assembleia, sobre o uso de aparelhos celulares na sala de aula.

Eleja com a turma (de forma democrática) os alunos que coordenarão as discussões, sendo que um anota a ordem da palavra e o outro organiza a ata que sistematiza as reuniões. Você, professor, atua como mediador. Por isso, não esqueça de favorecer reflexões pautadas em princípios de justiça e equidade.

Ao final, é possível elaborar um cartaz ou mesmo digitalizar um texto com a ata, informando a comunidade escolar sobre como o tema foi discutido e quais regras foram propostas. As regras criadas precisam ser claras sobre, por exemplo, o momento que os celulares atrapalham o andamento de uma aula, quando odem ser utilizados como um recurso didático da própria aula e como os professores e alunos organizarão o uso do celular, entre outros itens.
Avaliação 
Peça aos estudantes que escrevam uma autoavaliação desta sequência didática. Você pode listar algumas perguntas, como:
  • De que maneira você participou das atividades?
  • Quais contribuições das discussões para sua compreensão do tema proposto?
  • A organização de regras sobre o uso do celular foi feita de forma democrática?
  • Você gostaria de sugerir temas para a próxima assembleia?

Quer saber mais?
A organização das regras e assembleias em sala de aula: obedecer à autoridade ou aos princípios? RAMOS, A.M.; WREGE, M.G.; VICENTIN, V.F. In: É possível superar a violência na escola? TOGNETTA, L.R.P.; VINHA, T.P.(orgs). São Paulo: Editora do Brasil, 2012.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

AIDS: PRECISAMOS RETOMAR ESSE TEMA!

Aids aumenta entre jovens brasileiros, pesquisa mostra que conversa sobre tema na escola não é suficiente

 | Atitude AbrilCorpo e saúde
Atitude Abril - Aids Crédito: Eder Redder
Uma pesquisa realizada pelo projeto Atitude Abril – Aids descobriu que entre os jovens (até 21 anos), 81% referiram que ainda é um tabu falar sobre sexo em casa com os pais, e que, para 79% deles, é na escola que conversam sobre Aids, em geral, durante a aula de biologia sobre reprodução humana. O levantamento ouviu, via internet, 15.002 homens e mulheres acima de 16 anos de todo o Brasil — 20% deles se declararam virgens e 5%, portadores do HIV. O estudo investigou o conhecimento e comportamento sexual dos brasileiros em relação a Aids. Vejam a íntegra da pesquisa no site Brasil Post.
Fiquei muito feliz também em ver que 40% dos entrevistados disseram ter sido suficiente a conversa na escola sobre Aids. Isso é um grande avanço!!! No entanto, podemos e devemos melhorar esse índice, uma vez que a maioria, 60%, ainda coloca como insuficiente a aprendizagem sobre esse tema na escola. Precisamos estar atentos a esse dado, pois as estatísticas divulgadas no Dia Mundial de Luta contra a Aids, 1º de dezembro, são preocupantes: elas mostraram que o HIV avançou mais de 50% entre os jovens brasileiros, principalmente por descuido nas relações sexuais
Enquanto em todo o mundo a Aids teve uma redução de 32%, em dez anos, no Brasil, os casos de Aids entre os jovens brasileiros de 15 a 24 anos aumentaram 68% em uma década.

Assista a vídeo do projeto Atitude Abril – Aids
Jovens brasileiros estão se descuidando na prevenção da Aids. De quem é a culpa?
Os especialistas e o ministro da Saúde associaram este fato a um problema de comportamento sexual dos jovens. Segundo as palavras desses profissionais “eles acham que hoje ninguém mais morre de Aids, que se pegarem o vírus é só tomar remédio e está tudo bem”. Para eles, desde a chegada dos coquetéis antirretrovirais, criou-se uma falsa ideia de que a Aids não é mais motivo de preocupação. Será que os jovens pensam mesmo assim? Os remédios são um excelente avanço da Medicina contra a doença e na minha opinião não devem ser considerados o algoz da prevenção. Se isso de fato está acontecendo, é responsabilidade nossa, como educadores sexuais, identificar o que e como podemos fazer para mudar isso, já que, como vimos na pesquisa, a maioria dos jovens entende que a escola é fonte de informação sobre o assunto
Outra justificativa é o fato de os adolescentes não terem visto seus amigos e ídolos partirem. Isso faz com que não levem mais em conta a Aids e com isso estão relaxando na prevenção. De fato uma das formas de aprendizagem é a confirmação social: ver acontecer o que está sendo pregado ajuda as pessoas a acreditarem que esse fato é real e verdadeiro.
No entanto, incentivar as pessoas a se prevenir contra a Aids utilizando o medo como estratégia de motivação não funciona. É só dar uma olhada na pesquisa do Atitude Abril-Aids: o grupo de pessoas com mais de 50 anos são um dos mais vulneráveis a infecção pelo HIV. Esta geração viveu o período negro dessa doença, mas não adquiriu o hábito de usar a camisinha, que é o único método seguro de evitar a infecção. Principalmente as mulheres disseram não usar a camisinha porque confiam no parceiro(a).
Será que não temos que rever a posição das escolas e a forma de abordagem da Aids com os nossos alunos?
Terror assusta, mas não motiva
O que motiva é a tomada de consciência sobre a importância da prevenção, ou seja, a convicção de que isso é realmente importante faz o jovem buscar aprender os aspectos protetores e trabalhar as dificuldades para assumir e praticar a prevenção. Para isso acontecer, a conversa sobre Aids precisa estar inserida em um trabalho de Educação Sexual mais abrangente, em que essa aprendizagem vá além de saber que é preciso usar camisinha e como colocá-la corretamente. É fundamental que valores como “quem ama confia” sejam problematizados, o respeito pelo corpo trabalhado em detalhes para que o aluno também possa aprender sobre a resposta sexual e entender suas reações. Além disso, é impossível motivar alguém a fazer prevenção se há mitos sobre a Aids e a camisinha, e se o impacto da doença no projeto de vida não for dimensionado corretamente… Enfim, é indispensável que as escolas abram mais espaço para o trabalho de Educação Sexual. Nesse levantamento, apenas 17% dos jovens entrevistados referiu ter aulas específicas de Educação Sexual em sua escola!
O paradoxo da Educação Sexual na escola
Enquanto ouço depoimentos de professores apreensivos, com medo de estimular a prática sexual precoce com conversas sobre sexo, primeira vez e prevenção, os nossos jovens estão em plena atividade sexual, e muitos deles embarcando em situações de risco. Foram muitos os relatos que ouvi nesse último mês sobre o comportamento sexual de alunos das mais variadas escolas e cidades do Brasil. Entre eles o que mais me chamou atenção foi a exposição desnecessária de alunas na internet, as quais se fotografam nuas, e depois são avaliadas pelos colegas em um ranking das “Top 10 mais”… Outros me contaram que as alunas fazem combinações em redes sociais para constranger sexualmente colegas nas escolas ou conhecidos nas baladas, sem contar as histórias de ocorrências sexuais nos pancadões…
Se os jovens estão vivendo sua sexualidade e a sua bagagem é pouca para discernir e lidar com as adversidades da vida sexual, nosso papel como educadores é fornecer elementos para ampliar essa bagagem. É muito provável que um aluno equivocado quanto ao tratamento da Aids tenha mais motivação para aderir à prevenção se aprender que, por exemplo, o tratamento da Aids é muito penoso: portadores do HIV chegam a tomar mais de 20 comprimidos diários desse coquetel, com efeitos colaterais como vômitos, náuseas e diarreias que complicam muito a qualidade de vida – e que, depois de tudo, não cura. Mas, como diz a campanha do Atitude Abril – Aids: desinformação tem cura!
Você tem dúvidas ou comentários sobre Educação Sexual nas escolas?
Para o post da semana que vem, gostaria de trocar mais com você, educador. Se você tem dúvidas sobre como trabalhar determinado assunto ou lidar com certa situação na escola, deixe seu comentário. Os mais frequentes entrarão no post da semana que vem! Participe!
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

EJA - Volta às aulas: como organizar a recepção dos alunos

EJA  - Volta às aulas: como organizar a recepção dos alunos
Para integrar os alunos novos e receber bem os antigos, é preciso planejamento e cuidado
Fonte: Nova Escola
Com apuração de Camila Camilo. Editado por Elisa Meirelles
O ano letivo começa e muita coisa muda na escola. Alunos novos chegam e os que já estudavam na unidade no ano anterior são reorganizados em outras turmas, com colegas e professores diferentes. Planejar a volta às aulas é fundamental. É preciso integrar os novatos, acolher quem retorna e garantir o melhor ambiente para que todos convivam. "É importante que os estudantes notem que houve preparo para o momento de recebê-los", defende Jussara Tortella, professora do programa de pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas).

O fundamental nos primeiros dias é criar um ambiente de acolhida, em que cada um se sinta pertencente ao espaço escolar. Esse ambiente aparece em decisões planejadas - como a exposição de mensagens de boas-vindas nas paredes, a apresentação da escola aos novatos, as dinâmicas que o docente faz em classe para conhecer a turma etc.

"A volta às aulas deve ser preparada de acordo com o segmento em que estão os alunos", explica Célia Cassiano, diretora da EMEF Jardim Monte Belo, em São Paulo. Todo ano, ela define atividades diferenciadas para receber as crianças que chegam para cursar o Ensino Fundamental no período diurno e os mais velhos, que vão estudar à noite na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O mesmo ocorre com escolas de Educação Infantil. Os cuidados próprios à faixa etária não podem ser esquecidos. Com os pequenos, a adaptação deve ser bem planejada para que a escola não seja vista como um ambiente hostil.

Confira nesta página e nas próximas dicas para organizar a chegada dos alunos e preparar as atividades que serão realizadas com as diferentes turmas.

Recepção das famílias
No horário de entrada, é importante que o diretor e o coordenador estejam no pátio para tirar dúvidas dos pais e ajudar os alunos, principalmente os novatos. atitudes como essa demonstram que os gestores estão abertos a questionamentos e interessados em acolher todos os estudantes desde o início do ano letivo.

Apresentação da escola
Para que os novatos conheçam o lugar em que vão estudar, é importante organizar uma equipe para recepcioná-los, mostrar as dependências da instituição e apresentar os funcionários. Uma sugestão é propor que os estudantes mais antigos fiquem responsáveis por essa visita guiada. assim, os novos já começam a conhecer a turma.

Integração dos alunos
Estimule os novos estudantes a participar de grupos mistos, formados por alunos de diferentes anos. Essas equipes podem ser organizadas pelos próprios estudantes, de acordo com as áreas de interesse deles. Grupos de jardinagem, teatro e esportes são algumas opções.

Cuidado com os novatos
Quando ainda não conhecem os colegas, crianças e jovens que acabaram de chegar tendem a ficar mais retraídos. para evitar esse isolamento, é importante que a escola planeje atividades para momentos como o intervalo. nos primeiros dias, é bom também pedir que os educadores prestem atenção extra nos novatos para que não fiquem sozinhos.