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sábado, 18 de maio de 2013

OFICINA DE POESIA


 


















 

                           Oficina De Poesia







 INTRODUÇÃO

Educação para a paz. O grande desafio do mundo é transformar a cultura de violência em uma cultura de paz.Hoje o problema central consiste em encontrar os meios de mudar definitivamente atitudes,valores e comportamentos,afim de promover a paz e a justiça social,a segurança e a solução não violenta de conflitos.
A poesia sensibiliza qualquer ser humano. Precisamos trabalhar esse sentimento de paz.A interação com a poesia é uma das responsáveis pelo desenvolvimento pleno da capacidade lingüística da criança e do adolescente,através do acesso e da familiaridade com a linguagem conotativa,e refinamento da sensibilidade para compreensão de si própria e do mundo,o que faz desse tipo de linguagem uma ponte imprescindível  entre o individuo e a vida .
Enquanto no adulto o que supre a suplência da percepção é o conhecimento prévio, na criança o que substitui a imperfeição do conhecimento é a imaginação
Ser poeta exige um do que exige talento especial Brincar de poesia é uma possibilidade aberta a todos. Então podemos trabalhar a poesia de forma lúdica.
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Poesia foi uma das oficinas que usei com alunos do ensino fundamental.
Pesquisando na prática a melhor maneira de despertar o interesse pela criação e leitura de poemas.
Descobri que tinham medo de escrever por ainda não saberem escrever direito as palavras.
Resolvi o problema assim: Deixei claro que não ia corrigir os erros de escrita. Mas que queria o texto.Todos participaram.Li todos.Para todos.
Escolhi esse tema porque gosto de alfabetizar. Ver o aluno progredir.
Meu objetivo é despertar o prazer pela poesia. Pela leitura.Aliado a isso aprendem também a escrever as palavras corretamente.



2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA


O Programa Cultura para a Paz este voltado não apenas para a prevenção as guerras anônimas, travadas na violência; com as quais nos defrontamos diariamente.
Estamos falando em prevenir e combater todo tipo de violência, exploração, crueldade, desigualdade opressão que ocorre no cotidiano.
A Cultura de Paz se insere em um marco de respeito aos direitos humanos e constitui terreno fértil para que possam assegurar os valores fundamentais como a igualdade e justiça social. Essa evolução exige a participação de cada um de nós para que seja possível dar aos jovens e ás  gerações futuras valores que os ajude a forjar um mundo mais digno e harmonioso,um mundo de igualdade,solidariedade,liberdade e prosperidade.
Ensinar uma criança a escrever uma poesia é um momento de troca mutua. Aprende o aluno, aprende o professor. Através dessa interação crescemos como educadores e nos sentimos realizados ao ver o progresso da criança.




‘A escola, através da concepção equivocada de poesia não pode se tornar "gaiola" ou "aquário". No entanto, a poesia pode ser ensinada, para desencadear em seus leitores processos emocionais que favorecem a liberdade de criação, libertam o "eu", mostram (como no poema de Elias José) aos alunos outros espaços até então desconhecidos, "que se descobre, e, assim, se desaliena". Cabe a nós, professores, iniciarmos o trabalho com texto poético para darmos asas à leitura, à reflexão, à descoberta, ao dizer, à recriação.

Renata Junqueira de Souza é professora do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Estadual Paulista (UNESP), doutora em Teoria da Literatura, pós-doutorado em Literatura e Educação na Universidade de British Columbia, Vancouver, Canadá, especialista em Literatura Infantil, coordenadora do Laboratório de Leitura e Arte-Educação da FCT/UNESP.
Caroline Cassiana Silva dos Santos é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia - Universidade Estadual Paulista (FCT/UNESP) - São Paulo/Brasil, onde desenvolve pesquisa intitulada "Literatura infantil e formação de professores: possibilidades para o uso do texto literário fantástico em sala de aula", que conta com financiamento da FAPESP

3 METODOLOGIA

Construindo poesia:
1. Sobre o que você quer falar?
Um bom assunto é aquele que esta mexendo com você ultimamente. Pode ser qualquer coisa,qualquer sentimento.Poesia é uma forma de comunicação.Pode ser romântica,engraçada,suspense...Você manda!

2. Soltando as palavras:
Pegue um papel e vá anotando várias palavras que tenham a ver com o assunto. Tente achar rimas para elas. Não precisa pensar muito.Brinque de rabiscar palavras.Quanto mais, melhor.Depois você escolhe as preferidas.
3. A primeira frase:
Você não precisa acertar logo de cara. É justamente a vontade de acertar de primeira que ´´emperra´´ o pensamento.Você é livre para escrever e apagar o que quiser,mudar tudo de lugar...Solte o verbo!Não tenha medo...
4. Treinando os ouvidos:
Prestar atenção ás letras de músicas que ouve. Veja porque algumas rimas parecem melhores que outra.
5. Declamação de poesia/interpretação:
O aluno com o auxilio do professor deve escrever uma poesia. (De sua autoria)
Sem seguida haverá o momento de interpretação da poesia. O aluno deverá recitá-la.
O professor deve trabalhar com seus alunos a cultura da paz. Para que ele esteja subsidiado ao escrever.
Haverá o momento de produção (individual)
Logo após o professor poderá auxiliar seu aluno, lendo a poesia e indicando melhoras. (Não deve alterar a poesia do aluno,apenas dar dicas).




Segundo Mary Kato, em seu texto Como a criança aprende a ler: uma questão platoniana (Zilberman e Silva, 2004), existe uma fase no aprendizado da criança em que esta adora versos rimados e brinca com palavras que rimam. Tal fase se estende da alfabetização ao letramento. Daí a importância de trabalhar com poesias na sala de aula, por se tratar de um gênero textual em que forma, conteúdo e ritmo podem ser explorados de maneira significativa para ensinar a ler, desenvolver a fluência na leitura oral e na interpretação de textos pela criança. Por ser um gênero que mexe com o imaginário, rico em significados, a habilidade da escrita também pode perfeitamente ser incentivada e melhorada pela produção de poesias feitas pelos próprios alunos.


REFERÊNCIAS
OFICINA DA POESIA
´´EDUCAÇÃO PARA A PAZ´´
Secretária Municipal de Educação
 Lia Diskin
Laura Gorres Roizman

Revista  Quintessênncia-Internet

Mari Kato  Zilberman e Silva, 2004),

A CONSTRUÇÃO DA LEITURA NA ALFABETIZAÇÃOMonografia Web artigos


(MATERIAL RETIRADO DO PORTAL RECANTO DAS LETRAS)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PROJETO TABUANDO




                               EDGAR DA SILVEIRA MACIEL




PROJETO



TABUANDO

EDGAR DA SILVEIRA MACIEL
Projeto divulgado no Site recanto das letras.









PROJETO TABUANDO


-Disputa entre alunos para recitar tabuada.

Regras:

1)-Disputariam os alunos de cada classe e o vencedor da  classe disputaria com os das outras classes de cada colégio ou escola.

2)-Podem concorrer todos os alunos do Município de 3ª a 8ª  Séries do ensino fundamental.

3)-Cada aluno sortearia um envelope com 04 combinações de números da Tabuada e 01 combinação da Tabuada multiplicada por qualquer número de 2 a 5 nas eliminatórias de cada colégio ou escola e de 2 a 9 nas finais.

Exemplo: 3x4=12
                5x2=10
                7x9=63
                5x7=35 x  5 =175.

4)Buscaríamos premiações entre patrocínio e subvenções sociais, até o 3° colocado.

5)Forneceríamos tabuadas padronizadas para os alunos.





OBJETIVO

             Incentivar os alunos a usar a Tabuada, diminuindo o uso da calculadora, aumentar seu raciocínio lógico, criar uma disputa saudável entre alunos e as diversas unidades de ensino do Município.








                          HISTÓRICO


Como lecionei Química para alunos do Ensino Médio durante 13 anos vi a necessidade de incentivar o uso da Tabuada. Além de que no Vestibular, Concursos Públicos e em diversas empresas não é permitido o uso de calculadoras, preparando-os para o Futuro.
A ferramenta a ser utilizada é a TÁBUA DE PITÁGORAS.

Biografia de  Pitágoras
   
     Pitágoras, matemático, filósofo, astrónomo, músico e místico grego, nasceu na ilha de Samos ( na actual Grécia ).
   Pitágoras é uma figura extremamente importante no desenvolvimento da matemática, sendo frequentemente considerado como o primeiro matemático puro. No entanto, pouco se sabe sobre as suas realizações matemáticas pois não deixou obra escrita e, além disso, a sociedade que ele fundou e dirigiu tinha um carácter comunitário e secreto.

     Essa sociedade, a Escola Pitagórica, de natureza científica e religiosa (e até mesmo política), desenvolvia estudos no domínio da matemática, da filosofia e da astronomia. O símbolo desta irmandade era a estrela de cinco pontas (ou estrela pentagonal). 

   A Escola Pitagórica defendia o princípio de que a origem de todas as coisas estava nos números, o atomismo numérico.
   Ao longo da sua vida, Pitágoras viajou por vários países, tendo aprendido muitos conhecimentos matemáticos com os egípcios e os babilónios. Entre outros, dois filósofos com que Pitágoras estudou e que influenciaram as suas ideias matemáticas foram Tales de Mileto e o seu pupilo Anaximander.

   No domínio da matemática, os estudos mais importantes atribuidos a Pitágoras são:
a descoberta dos irracionais ;
o teorema do triângulo rectângulo (Teorema de Pitágoras).

    Apesar de actualmente sabermos que, cerca de mil anos antes, já eram conhecidos casos particulares deste teorema na Babilónia, no Egipto e na Índia, Pitágoras foi o primeiro a enunciar e demonstrar o teorema para todos os triângulos rectângulos.
   São também atribuidos a Pitágoras (e aos pitagóricos) outros trabalhos matemáticos, que incluem:
 a descoberta da tabuada ;
 o estudo de propriedades dos números (dos números ímpares regulares, dos números triangulares, etc) ;
 a construção dos primeiros três sólidos platónicos (é possível que tenha construído os outros dois) ;
 a descoberta da relação existente entre a altura de um som e o comprimento da corda vibrante que o produz. 
    Não se sabe ao certo quando nasceu e morreu Pitágoras mas calcula-se que viveu uma longa vida (entre 80 a 100 anos), entre a primeira metade do século VI a.C. e o início do século V a. C.




Onde o aluno pode elaborar facilmente a TÁBUA, auxiliando-lhe em multiplicações e divisões.

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63
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TÁBUA DE PITÁGORAS

UTILIZA-SE ESTA TABELA MULTIPLICANDO-SE O NÚMERO DA LINHA PELO NÚMERO DA COLUNA
EX: 3X6=18







segunda-feira, 6 de maio de 2013

Jogos Educativos On Line

Quer alguns jogos para turbinar suas aulas?
 Visite esse site!

http://www.escolagames.com.br/

PRODUÇÃO TEXTUAL COLETIVA - Jornais e Notícias






Atividade realizada com os alunos da 4ª etapa A, na Escola Caminho para o Futuro, com a disciplina de Língua Portuguesa 
 Orientação: Profª. Pollyanna Cristina.
Abril/2013

Produção Textual : Criação de Jornais de Notícias.

Procedimentos : Dividir a classe em grupos de 5 alunos , propondo aos mesmos a produção textual de um JORNAL DE NOTÍCIAS.

Objetivo: Desenvolver a linguagem oral e escrita dos alunos e o desempenho na interação e socialização entre os colegas de classe, promovendo de forma lúdica e criativa a exposição dos trabalhos realizados .

Metodologia: Expor oralmente aos alunos os critérios que devem ser utilizados para a criação de um Jornal , em seguida propor a atividade explicando que esse Jornal precisa conter um Nome que chame a atenção dos leitores e notícias que envolvam a realidade do cotidiano. 

Material Utilizado:

Revistas (Para recorte e colagem).
Tesoura
Cola
Folhas de papel A 4
Pincel Atômico
Textos de Jornais (Utilizados para ter a ideia central do trabalho).

Avaliação: O trabalho realizado pelos alunos , foi um sucesso. Conseguimos produzir 6 Jornais de Notícias , com diversidade nos nomes e nas próprias notícias.Foi possível observar a criatividade dos alunos , o cuidado ao confeccionar os Jornais , a interação deles em grupo , a forma de apresentação em sala , expondo aos demais colegas cada jornal e o que esse mesmo trazia de conteúdo.
O que mais me chamou a atenção quanto mediadora , foi a concentração e disciplina que os alunos tiveram ao executar a atividade proposta. Foi possível notar que trabalhos que envolvem a prática , a leitura , a escrita e a criatividade, chamam bem mais a atenção desse público de educandos .