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sábado, 18 de maio de 2013

OFICINA DE MÚSICA


Projeto Rádio CCMusical

Brasil e suas trilhas musicais
Sons, ritmos e cultura!


Homenagem a Braguinha
Cantores do Rádio

“Nós somos os cantores do rádio
Levamos a vida a cantar
De noite embalamos teu sono
De manhã nós vamos te acordar
Nós somos os cantores do rádio
Nossas canções cruzando o espaço azul
Vão reunindo num grande abraço
Corações de Norte a Sul...”

Porque um programa de rádio dentro de uma escola?
A rádio como meio de formação, cultural e educacional no Brasil existe desde sua trajetória inicial quando Edgar Roquette-Pinto fundou a primeira emissora de rádio brasileira, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 1923.
Integrar através de um programa de Rádio segmentos do Colégio Cidade,  onde as turmas participam se apresentando, cantando, construindo instrumentos, entrevistando pessoas, utilizando sons, ritmos, melodias, harmonia, poesia, arte, pesquisa do folclore, execução de teatro, estimulo a criatividade, dentro da matéria de educação musical para as séries do 1 º ao 5º ano, foi uma proposta inicial que fiz planejada para o segundo semestre de 2007 nas aulas. 
Integrando as turmas, professores e a comunidade acadêmica.
Seguindo a idéia da rádio livre, o que conta é a relação entre as pessoas que estarão no estúdio (a sala de apresentação da rádio) e a possibilidade da idéia ganhar forma, continuidade, até quem sabe? Integração com a comunidade local?

A Educação Musical e a Rádio
A rádio integra, possibilitando representações na busca de talentos, na ampliação da voz através da microfonia, a exploração corporal trazendo movimentos e ritmos a criação musical, interligação de músicas, a pesquisa da história musical brasileira.  Através de execução de cantigas, coral, dramaticidade, homenagens, leituras de textos, execução de trava-línguas, poesias, audição de musicistas, estaremos integrando formação da personalidade dessas crianças, cidadania e cultura, a educação na descoberta desse veículo de comunicação de massa. 

Conteúdos programados

·         A criança e a música
·         A criança e o movimento na música
·         Música e instrumentos
·         Sensibilização da percepção auditiva
·         Exploração e vivência dos ritmos diferenciados
·         Cancioneiro musical infantil
·         Apreciação musical
·         Criação de instrumentos, jogral, coral 
·         Pesquisa de compositores e da historia da rádio brasileira
·         Movimento corporal e musicalidade
·         Rádio CCMusical

Metodologia

As aulas se desenvolverão a partir de vivências musicais e de trocas de experiências apoiadas em referenciais teóricos, lúdicos e estéticos. Nestas trocas de vivências os alunos terão a oportunidade de exercitar suas habilidades e mostrar seu conhecimento, tomando consciência do seu papel enquanto cidadãos visando um melhor desempenho junto aos colegas e toda a comunidade escolar. 


Como incluímos o Rádio Escola dentro da Educação Musical?

Proposta inicial
·         Apresentei a proposta ao Colégio onde teríamos um cronograma de 4 aulas por mês de 50 minutos por turma durante seis meses de Educação Musical.  Sendo oito turmas de 1 º ao 5 º ano.
·         As aulas administradas em princípio dentro da sala de aula, depois modificadas a um espaço amplo, com quadro e giz, sem carteiras, solicitação minha.   
·         Os recursos didáticos utilizados seriam elementos de existência na natureza ou sucatas para construção de instrumentos artesanais.
·         Recursos Pedagógicos como quadro, folhas, cartazes, gravuras, instrumentos da bandinha musical.
·         Tecnológicos como rádio, toca - cds, gravador, televisão, vídeo cassete, computador, ensino programado, amplificador e microfone.
·         Recursos culturais como biblioteca, visitas a museu, rádio e exposições.
·         Instrumentos musicais diversos foram trazidos para exploração dos alunos como pandeiro, tamborim, triângulo, flauta, reco-reco, teclado, violão.
Desenvolvemos o projeto Rádio CCMusical dividindo  as turmas por tarefas:
·         Cada turma pode desenvolver suas tarefas num período de cinco meses e dentro das propostas, fizeram suas escolhas. 
·         Diante de compositores pesquisados como Villa Lobos, Braguinha, Tom Jobim, as músicas foram selecionadas para apresentação final que ocorreria no sexto mês do trabalho inicial.
·         Músicas do folclore brasileiro como cantigas de rodas de diversos estados foram ouvidas e cantadas (Rio de Janeiro,  Minas Gerais, São Paulo e Bahia).
·         Utilizamos parlendas e trava-línguas cantadas, movimentos e ritmos, com os instrumentos de percussão criados, usando corpo e voz. 
·         Os alunos fizeram pesquisa sobre os compositores apresentados e assuntos referentes a apresentação no programa da Rádio.
·         Propor um passeio dos alunos a Rádio Nacional, com a intenção do melhor entendimento da proposta, através da realidade vivida numa rádio,
·         A construção de instrumentos de percussão como chocalhos e tambores, no último mês, envolveu aulas de Educação Artística. 
·         Pesquisa referente aos assuntos dos interesses comuns dos alunos, como os animais frequentemente encontrados no Campos do Colégio (Sagüis transmissores de raiva e outras doenças, estão proliferando descontroladamente) e assuntos como a mudança do tempo e cuidados com o planeta terra, foram incluídos na apresentação do programa Rádio.
·         Propor pesquisa na biblioteca e na internet onde projetos de rádio escola já estejam implantados
·         Alguns alunos se propuseram a fazer a audição da música escolhida aos seus colegas, mobilizando na turma o diferencial de conteúdos apresentados.
·         Dramatizações também foram incluídas nas histórias cantadas, como na apresentação da música do folclore  “Castelo” e a história cantada de “Chapeuzinho Vermelho” uma homenagem a Braguinha.

Culminância, “O dia da Rádio Ccidade”
Fizemos um evento onde todas as turmas integradas se apresentaram.  A  equipe de professores e alunos do ensino fundamental do 1˚ ao 5˚ ano participaram.  Alunos da Educação Infantil foram convidados ao evento.  Encerrando com o programa Rádio CcMusical o ano letivo.
Todos cantavam“Abre a roda, o tin do lê lê” assim que iam chegando as turmas.
Iniciamos com a homenagem a Braguinha, cada turma tinha seu locutor que apresentava as ações do seu grupo no microfone.
O 1 ° ano se apresentou cantando e dançando duas músicas da Cia Bola de Meia “Canoa, Minha Canoa”.
O 2° ano se apresentou com a história cantada dramatizando “Chapeuzinho Vermelho” e com instrumentos, ritmos com o corpo com dança da “Catira” Cia Bola de Meia,“Canoa, Minha Canoa” .
 O 3 ° ano se apresentou cantando as músicas com  instrumentos. Cantaram o“Fernando Sétimo” e “Mané Pipoca” com corpos em  movimentos.    Apresentação da música do “ABC” gestos em grupo de mãos.
O 4 ° ano se apresentou com entrevistas, parlendas, trava-línguas.  Cantaram os  “Cantores do Rádio”,  “O Camaleão” do folclore brasileiro com o corpo e instrumentos de percussão. E dramatizarm num coral o “Castelo” do Cd “Eu quero a minha mãe” de Hamilton Catete.
 5 ° ano se apresentou cantando a música do Ponto de Partida & Meninos de Araçuaí, “ Pra Nhá Terra”,  Estrelada. Milton Nascimento e Márcio Borges. Um linda homenagem a Terra.
Continuidade, Avaliando resultados
·         Incluímos o projeto Rádio CCMusical dentro da proposta Escolar do ensino fundamental do 1° a 5° ano.  
·         O projeto ainda está em fase inicial de implantação, dentro do espaço escolar, os alunos produzem, criam propostas de apresentação cantando, dançando, construindo instrumentos, dramatização histórias cantadas, fazendo pesquisas, entrevistas, desenvolvendo a conscientização sobre si mesmo e o meio ambiente. 
·         Poderemos futuramente integrar a proposta junto a comunidade ao a RádioWeb já implantada em outro segmento do Colégio.
·         Esperamos que na expressando dos sentimentos, através da Educação Musical e da  mídia “rádio-arte”, o aluno saia da comunicação escolar, se integrando ao mundo.
·         Pretendemos que o programa saia da hora do recreio e da sala de aula.
·         Tendo em vista que os alunos participaram ativamente no processo da construção desse início, com dúvidas, questionamentos, selecionando ações, atuando e agindo de forma crítica, interativa.
·         Estudando novas mídias, que poderá ocorrer na hora do recreio, criando músicas e sons para exposição a comunidade escolar buscando e  integrando valores éticos, filosóficos as questões da vida.
·         No nosso caso o projeto apenas inicial, o projeto está sendo implantado, daremos continuidade no próximo ano de 2008.
·         A idéia é que os estudantes possam fazer uso da Rádio Escola CCMusical construindo propostas de cidadania.  Integrando áreas como saúde, meio ambiente, música e artes engajando os alunos em projetos de colaboração para a melhoria das relações entre as pessoas.
A importância da Educação Musical nas escolas.

Muito se diz sobre a música e as canções brasileiras, e formas de educar musicalmente em nosso país, através das cantigas de roda.  A cultura brasileira perpetua-se nas rodas, cantigas e danças regionais. 
Os tempos, compassos, ritmos, harmonias serão lembranças e alegrias vividas que introduzem as crianças no universo musical.  E posteriormente, o caminho para tocar um instrumento, cantar e aprender a notação musical.
Fazemos isso e formamos nossas crianças a percepção e a sensibilidade musical.



ºA rádio web e a rádio na Escola.

 A proposta da Rádio web na escola integra várias áreas do conhecimento.  Unindo matérias como Artes, Português, Educação Física, Ciências e Meio Ambiente.

O desenvolvimento da proposta vem com o planejamento bimestral das atividades.
O professor de música deverá motivar os colegas professores a integrar a proposta criando o interesse geral nas atividades realizadas.

A proposta engajada com as outras matérias:

Meio ambiente, por exemplo, a criação de música a partir de ensinamentos sobre a poluição do nosso rio morto.  Partindo da elaboração da turma do 5º ano, divididos em grupos, criamos letras e selecionamos a que mais agradou a todos, para nos apresentarmos na rádio. 
Outra experiência que aconteceu quando uma professora de matemática do 4º ano acompanhava o trabalho de música da turma, com cantigas de roda.
Solicitei que os alunos mudassem a formação de roda, círculo, para outras figuras geométricas.  As crianças cantavam, dançavam e formavam figuras como: triângulo, quadrado, retângulo, hexágono nos seus grupos.  Os alunos dançando e cantando ao mesmo tempo fazendo formas geométricas em rodas.  Isso serviu para a ampliação e interesse da professora pelas atividades, e fez com que essa professora também entrasse na roda.
O desafio serviu para que essa professora também entrasse nas atividades posteriores como cantar com a turma as músicas da apresentação na rádio. 

As atividades que seriam incluídas na proposta do semestre para integrarmos os programas da rádio seriam:
1-    Entrevistas
2-    Pesquisas
3-    Cantigas de roda
4-    Estórias cantadas
5-    Danças típicas e suas apresentações
6-    Apresentações dos alunos, suas turmas com seus instrumentos criados.
7-    Audição de compositores reconhecidos mundialmente.
8-    Criação musical e apresentação dessas músicas, melodias e letras, realizadas pelas crianças..
.
O planejamento que incluímos nesse 1º semestre de 2008, foi à música e seu tempo.
Como iniciamos com o histórico da Rádio no Brasil, e falamos de Braguinha, “Era de Ouro” do carnaval brasileiro (1930/1942).partimos depois para o universo musical através dos tempos nos anos 60 e aprendemos também músicas da Bossa Nova, ouvimos Vinícius de Moraes, Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim Tom Jobim, pesquisamos e cantamos as músicas como: “Samba do Avião”, “Garota de Ipanema”, “Samba de uma Nota Só”, “Águas de Março”, homenageando os 50 anos de Bossa Nova.

Nossas aulas continuaram no caminho do tempo no próximo semestre apresentaremos com as turmas do 2º e 3º ano, os anos 70, com as músicas: “Bolinha de Sabão” e “Vestido Azul” respectivamente.

Também incluímos uma homenagem e pesquisa sobre o maior compositor das Américas, o grande Villa Lobos. 
Estudamos e lemos sobre sua obra.  A influência de sua música a repercussão mundial de seu trabalho, divulgando a nossa cultura brasileira. 
Criamos com as turmas do 4º ano o nosso “Trenzinho Caipira” em homenagem a sua Tocata ( O Trenzinho do Caipira). 
Tocados com instrumentos de percussão, fizemos o efeito do Trem partindo e chegando a estação.  Homenagem que ainda apresentaremos aguardando o próximo semestre.

Avaliando os resultados:

A proposta do projeto Rádio na escola, ainda está sendo implantada.  
A aplicação de todo projeto, gera mudanças na estrutura organizacional do sistema educacional. 
Acredito que com o apoio da Direção, da coordenação, dos professores e dos alunos, chegaremos a um resultado satisfatório. 
Onde a rádio escola, funcionaria como veículo de integração social interna e externa com outros segmentos sociais, e expandindo-se assim de rádio na hora do recreio para a rádio web do colégio ao mundo.


Gisele Sant’ Ana Lemos
Professora de Educação Musical nos Colégios: CapUniverCidade e Escola Bloom de Educação Bilíngüe.

O PESO DO ESTERIÓTIPO


Leitura e interpretação de texto
Esfera Jornalística – Artigo de Opinião
O peso do estereótipo

No que se refere aos distúrbios da alimentação podemos dividir a humanidade em dois grandes grupos, aquelas que comem de menos e aqueles que comem demais. Os primeiro compreendem aqueles para os quais falta comida – os habitantes do Terceiro Mundo – e aqueles que, mesmo dispondo de alimento, recusam-no por razões emocionais. A abundância de comida e a voracidade, por sua vez, geraram o problema da obesidade, que, mesmo em países como o Brasil, é hoje uma questão de saúde pública.
A extrema obesidade está associada a diabetes, hipertensão arterial, doença cardiovascular, problemas articulares. E resulta numa imagem corporal que não é das mais agradáveis – ao contrário do que acontecia no passado, quando a maior ameaça era representada pela desnutrição. Mulheres gordinhas eram valorizadas, como se pode ver nos quadros de Rubens ou de Cézanne. Na época deste último, o grande espectro era a tuberculose, comumente associada à extrema magreza. Pela mesma razão, na cultura hotentote são valorizadas mulheres com nádegas grandes; a gordura ali depositada equivale a uma “poupança” mais importante que qualquer poupança bancária.
As coisas mudaram: “You can never be too rich or to thin” é um dito corrente nos Estados Unidos. Ou seja: excesso de riqueza ou de magreza não prejudica. Riqueza é símbolo de sucesso, magreza é a imagem da elegância. O corpo transformou-se num objeto a ser exibido. E isso resulta num conflito: de um lado está a indústria da alimentação, com toda a sua gigantesca propaganda; assim, ninguém mais vai ao cinema sem levar junto um contêiner com pipocas (como s e a pessoa não pudesse passar duas horas sem comer). De outro lado, temos o estigma representado pela obesidade. O resultado é um conflito psíquico que se manifesta de várias maneiras, mais notavelmente pela anorexia nervosa.
Que não é coisa nova. Já na Idade Média, Santa Catarina de Siena tornou-se famosa por evitar o alimento. Comia pouquíssimo, apenas o suficiente para não morrer de fome. Mas a razão ali era religiosa; voracidade era pecado, contenção alimentar era virtude. O conflito emocional que leva à anorexia é de outra natureza, e bem mais recente. Até os anos 50 a anorexia nervosa era pouco mais que uma curiosidade médica. Mas em meados dos anos 70 um estudo mostrava que cerca de 10% das adolescentes suecas eram anoréxicas. Em 1980 os transtornos psicológicos da alimentação já eram um dos problemas mais frequentes entre as jovens universitárias americanas. O gênero, no caso, é fundamental porque anorexia é muito mais frequente entre moças. Também é importante a classe social: a classe média é mais propensa a ela que os pobres.
Estudar a anorexia e outros distúrbios alimentares tornou-se prioridade médica. Aqui é preciso destacar o papel pioneiro da psiquiatra americana Hilde Bruch, nos anos 70. Baseada em vasta experiência, Bruch mostrou que a anorexia resultava de um conflito entre o desejo de atender às expectativas sociais de uma silhueta esbelta e a vontade de comer, fomentada pela mídia. E por que isso é mais frequente no sexo feminino? Porque, diz Bruch, os rapazes têm outras formas de expressar seus conflitos, através da revolta juvenil, por exemplo. Entre as garotas, o perfil familiar também é importante. A anoréxica vem de uma família em que o pai ou a mãe, ou ambos, são pessoas bem-sucedidas, ambiciosas, preocupadas com aparência física e a pressionar a filha para ser esbelta e elegante. O resultado pode ser uma sobrecarga emocional insuportável, com consequências devastadoras, até porque a anorexia pode se acompanhar de distúrbios hormonais graves. E não raro a jovem necessitará de acompanhamento terapêutico especializado.
Em termos de peso corporal, como em relação à carga emocional, o ideal não é nem a falta nem o excesso. O ideal é o equilíbrio, mas para isso a sociedade precisa se conscientizar dos problemas representados pelos estereótipos que cria.
Revista Viver – Mente & Cérebro, ano 13, n.152.

INTERPRETANDO:
1) Por meio de um esquema de identificação das informações parágrafo a parágrafo, vamos destacar as ideias principais do texto:
1º parágrafo: distúrbios da alimentação
Aqueles que comem menos.
2)
Aqueles para os quais falta comida.
1)
3)
2º parágrafo: consequências da obesidade
4)
5)
No passado, ao contrário...
6)
7)
3º parágrafo: conflito resultante da transformação do corpo em objeto a ser exibido
A gigantesca propaganda feita pela indústria da alimentação
8)
RESULTADO:
9)
4º parágrafo: a anorexia através do tempo
Até os anos 50 era uma curiosidade médica.
10)
11)
5º parágrafo: causas da anorexia, segundo Hilde Bruch
Conflito entre
12)
13)
14)
Por que ocorre mais entre meninas?
O perfil familiar da garota pode colaborar.
Resultado
15)
6º parágrafo: opinião final do autor diante do quadro apresentado no artigo.
FONTE: CAMPOS, Elizabeth. CARDOSO, Paula Marques. ANDRADE, Sílvia Letícia de. VIVA PORTUGUÊS 9º ANO. 2.ed. São Paulo: Ática, 2010.
COMPREENSÃO
1- Qual é o tema tratado no texto?
2- Segundo o texto, quais são as causas que geram o problema da obesidade?
3- De acordo com o texto, quais são os problemas de saúde associados à obesidade excessiva?
4- Por que, na sociedade atual, a característica da magreza é valorizada? O que esse aspecto corporal simboliza?
5- Explique o conflito pelo qual as pessoas passam atualmente, diante da indústria da alimentação e da pressão pela adequação ao modelo de magreza defendido pela moda.
6- O texto aponta uma das consequências do conflito psíquico pelo qual algumas pessoas atravessam, diante das tentações da alimentação e do objetivo de serem magras. Qual é essa consequência? Justifique sua resposta.
7- A anorexia é uma doença que apareceu somente no século XXI? Justifique sua resposta.
8- Segundo o texto, a família das meninas exerce influencia sobre a questão da anorexia? Explique sua resposta.
9- No ultimo parágrafo do texto, o autor conclui suas ideias. Qual é o princípio ideal que as pessoas devem adotar em relação ao peso corporal e à carga emocional?
10- O autor do texto se mostra favorável ou contra aos estereótipos de magreza criados pela sociedade? Justifique sua resposta.
Abril 2013 Prof. Jerônimo (Material retirado do portal das letras)

OFICINA DE POESIA


 


















 

                           Oficina De Poesia







 INTRODUÇÃO

Educação para a paz. O grande desafio do mundo é transformar a cultura de violência em uma cultura de paz.Hoje o problema central consiste em encontrar os meios de mudar definitivamente atitudes,valores e comportamentos,afim de promover a paz e a justiça social,a segurança e a solução não violenta de conflitos.
A poesia sensibiliza qualquer ser humano. Precisamos trabalhar esse sentimento de paz.A interação com a poesia é uma das responsáveis pelo desenvolvimento pleno da capacidade lingüística da criança e do adolescente,através do acesso e da familiaridade com a linguagem conotativa,e refinamento da sensibilidade para compreensão de si própria e do mundo,o que faz desse tipo de linguagem uma ponte imprescindível  entre o individuo e a vida .
Enquanto no adulto o que supre a suplência da percepção é o conhecimento prévio, na criança o que substitui a imperfeição do conhecimento é a imaginação
Ser poeta exige um do que exige talento especial Brincar de poesia é uma possibilidade aberta a todos. Então podemos trabalhar a poesia de forma lúdica.
.

Poesia foi uma das oficinas que usei com alunos do ensino fundamental.
Pesquisando na prática a melhor maneira de despertar o interesse pela criação e leitura de poemas.
Descobri que tinham medo de escrever por ainda não saberem escrever direito as palavras.
Resolvi o problema assim: Deixei claro que não ia corrigir os erros de escrita. Mas que queria o texto.Todos participaram.Li todos.Para todos.
Escolhi esse tema porque gosto de alfabetizar. Ver o aluno progredir.
Meu objetivo é despertar o prazer pela poesia. Pela leitura.Aliado a isso aprendem também a escrever as palavras corretamente.



2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA


O Programa Cultura para a Paz este voltado não apenas para a prevenção as guerras anônimas, travadas na violência; com as quais nos defrontamos diariamente.
Estamos falando em prevenir e combater todo tipo de violência, exploração, crueldade, desigualdade opressão que ocorre no cotidiano.
A Cultura de Paz se insere em um marco de respeito aos direitos humanos e constitui terreno fértil para que possam assegurar os valores fundamentais como a igualdade e justiça social. Essa evolução exige a participação de cada um de nós para que seja possível dar aos jovens e ás  gerações futuras valores que os ajude a forjar um mundo mais digno e harmonioso,um mundo de igualdade,solidariedade,liberdade e prosperidade.
Ensinar uma criança a escrever uma poesia é um momento de troca mutua. Aprende o aluno, aprende o professor. Através dessa interação crescemos como educadores e nos sentimos realizados ao ver o progresso da criança.




‘A escola, através da concepção equivocada de poesia não pode se tornar "gaiola" ou "aquário". No entanto, a poesia pode ser ensinada, para desencadear em seus leitores processos emocionais que favorecem a liberdade de criação, libertam o "eu", mostram (como no poema de Elias José) aos alunos outros espaços até então desconhecidos, "que se descobre, e, assim, se desaliena". Cabe a nós, professores, iniciarmos o trabalho com texto poético para darmos asas à leitura, à reflexão, à descoberta, ao dizer, à recriação.

Renata Junqueira de Souza é professora do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Estadual Paulista (UNESP), doutora em Teoria da Literatura, pós-doutorado em Literatura e Educação na Universidade de British Columbia, Vancouver, Canadá, especialista em Literatura Infantil, coordenadora do Laboratório de Leitura e Arte-Educação da FCT/UNESP.
Caroline Cassiana Silva dos Santos é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia - Universidade Estadual Paulista (FCT/UNESP) - São Paulo/Brasil, onde desenvolve pesquisa intitulada "Literatura infantil e formação de professores: possibilidades para o uso do texto literário fantástico em sala de aula", que conta com financiamento da FAPESP

3 METODOLOGIA

Construindo poesia:
1. Sobre o que você quer falar?
Um bom assunto é aquele que esta mexendo com você ultimamente. Pode ser qualquer coisa,qualquer sentimento.Poesia é uma forma de comunicação.Pode ser romântica,engraçada,suspense...Você manda!

2. Soltando as palavras:
Pegue um papel e vá anotando várias palavras que tenham a ver com o assunto. Tente achar rimas para elas. Não precisa pensar muito.Brinque de rabiscar palavras.Quanto mais, melhor.Depois você escolhe as preferidas.
3. A primeira frase:
Você não precisa acertar logo de cara. É justamente a vontade de acertar de primeira que ´´emperra´´ o pensamento.Você é livre para escrever e apagar o que quiser,mudar tudo de lugar...Solte o verbo!Não tenha medo...
4. Treinando os ouvidos:
Prestar atenção ás letras de músicas que ouve. Veja porque algumas rimas parecem melhores que outra.
5. Declamação de poesia/interpretação:
O aluno com o auxilio do professor deve escrever uma poesia. (De sua autoria)
Sem seguida haverá o momento de interpretação da poesia. O aluno deverá recitá-la.
O professor deve trabalhar com seus alunos a cultura da paz. Para que ele esteja subsidiado ao escrever.
Haverá o momento de produção (individual)
Logo após o professor poderá auxiliar seu aluno, lendo a poesia e indicando melhoras. (Não deve alterar a poesia do aluno,apenas dar dicas).




Segundo Mary Kato, em seu texto Como a criança aprende a ler: uma questão platoniana (Zilberman e Silva, 2004), existe uma fase no aprendizado da criança em que esta adora versos rimados e brinca com palavras que rimam. Tal fase se estende da alfabetização ao letramento. Daí a importância de trabalhar com poesias na sala de aula, por se tratar de um gênero textual em que forma, conteúdo e ritmo podem ser explorados de maneira significativa para ensinar a ler, desenvolver a fluência na leitura oral e na interpretação de textos pela criança. Por ser um gênero que mexe com o imaginário, rico em significados, a habilidade da escrita também pode perfeitamente ser incentivada e melhorada pela produção de poesias feitas pelos próprios alunos.


REFERÊNCIAS
OFICINA DA POESIA
´´EDUCAÇÃO PARA A PAZ´´
Secretária Municipal de Educação
 Lia Diskin
Laura Gorres Roizman

Revista  Quintessênncia-Internet

Mari Kato  Zilberman e Silva, 2004),

A CONSTRUÇÃO DA LEITURA NA ALFABETIZAÇÃOMonografia Web artigos


(MATERIAL RETIRADO DO PORTAL RECANTO DAS LETRAS)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PROJETO TABUANDO




                               EDGAR DA SILVEIRA MACIEL




PROJETO



TABUANDO

EDGAR DA SILVEIRA MACIEL
Projeto divulgado no Site recanto das letras.









PROJETO TABUANDO


-Disputa entre alunos para recitar tabuada.

Regras:

1)-Disputariam os alunos de cada classe e o vencedor da  classe disputaria com os das outras classes de cada colégio ou escola.

2)-Podem concorrer todos os alunos do Município de 3ª a 8ª  Séries do ensino fundamental.

3)-Cada aluno sortearia um envelope com 04 combinações de números da Tabuada e 01 combinação da Tabuada multiplicada por qualquer número de 2 a 5 nas eliminatórias de cada colégio ou escola e de 2 a 9 nas finais.

Exemplo: 3x4=12
                5x2=10
                7x9=63
                5x7=35 x  5 =175.

4)Buscaríamos premiações entre patrocínio e subvenções sociais, até o 3° colocado.

5)Forneceríamos tabuadas padronizadas para os alunos.





OBJETIVO

             Incentivar os alunos a usar a Tabuada, diminuindo o uso da calculadora, aumentar seu raciocínio lógico, criar uma disputa saudável entre alunos e as diversas unidades de ensino do Município.








                          HISTÓRICO


Como lecionei Química para alunos do Ensino Médio durante 13 anos vi a necessidade de incentivar o uso da Tabuada. Além de que no Vestibular, Concursos Públicos e em diversas empresas não é permitido o uso de calculadoras, preparando-os para o Futuro.
A ferramenta a ser utilizada é a TÁBUA DE PITÁGORAS.

Biografia de  Pitágoras
   
     Pitágoras, matemático, filósofo, astrónomo, músico e místico grego, nasceu na ilha de Samos ( na actual Grécia ).
   Pitágoras é uma figura extremamente importante no desenvolvimento da matemática, sendo frequentemente considerado como o primeiro matemático puro. No entanto, pouco se sabe sobre as suas realizações matemáticas pois não deixou obra escrita e, além disso, a sociedade que ele fundou e dirigiu tinha um carácter comunitário e secreto.

     Essa sociedade, a Escola Pitagórica, de natureza científica e religiosa (e até mesmo política), desenvolvia estudos no domínio da matemática, da filosofia e da astronomia. O símbolo desta irmandade era a estrela de cinco pontas (ou estrela pentagonal). 

   A Escola Pitagórica defendia o princípio de que a origem de todas as coisas estava nos números, o atomismo numérico.
   Ao longo da sua vida, Pitágoras viajou por vários países, tendo aprendido muitos conhecimentos matemáticos com os egípcios e os babilónios. Entre outros, dois filósofos com que Pitágoras estudou e que influenciaram as suas ideias matemáticas foram Tales de Mileto e o seu pupilo Anaximander.

   No domínio da matemática, os estudos mais importantes atribuidos a Pitágoras são:
a descoberta dos irracionais ;
o teorema do triângulo rectângulo (Teorema de Pitágoras).

    Apesar de actualmente sabermos que, cerca de mil anos antes, já eram conhecidos casos particulares deste teorema na Babilónia, no Egipto e na Índia, Pitágoras foi o primeiro a enunciar e demonstrar o teorema para todos os triângulos rectângulos.
   São também atribuidos a Pitágoras (e aos pitagóricos) outros trabalhos matemáticos, que incluem:
 a descoberta da tabuada ;
 o estudo de propriedades dos números (dos números ímpares regulares, dos números triangulares, etc) ;
 a construção dos primeiros três sólidos platónicos (é possível que tenha construído os outros dois) ;
 a descoberta da relação existente entre a altura de um som e o comprimento da corda vibrante que o produz. 
    Não se sabe ao certo quando nasceu e morreu Pitágoras mas calcula-se que viveu uma longa vida (entre 80 a 100 anos), entre a primeira metade do século VI a.C. e o início do século V a. C.




Onde o aluno pode elaborar facilmente a TÁBUA, auxiliando-lhe em multiplicações e divisões.

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54
63
72
81
TÁBUA DE PITÁGORAS

UTILIZA-SE ESTA TABELA MULTIPLICANDO-SE O NÚMERO DA LINHA PELO NÚMERO DA COLUNA
EX: 3X6=18